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Página dedicada á nova tecnologia do BlockChain e a sua aplicação no mundo das Criptomoedas
- Trading Automático com aplicações no telemóvel.
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𝐂𝐫𝐢𝐩𝐭𝐨𝐞𝐜𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐚 𝐞𝐦 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥, 𝐩𝐨𝐫 𝐦𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐣á 𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐧𝐚𝐯𝐞𝐠𝐚𝐝𝐨𝐬Quem participa no ecossistema Web3, ou da criptoeconomia (para u...
06/09/2022

𝐂𝐫𝐢𝐩𝐭𝐨𝐞𝐜𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐚 𝐞𝐦 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥, 𝐩𝐨𝐫 𝐦𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐣á 𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐧𝐚𝐯𝐞𝐠𝐚𝐝𝐨𝐬

Quem participa no ecossistema Web3, ou da criptoeconomia (para usar um termo ainda mais abrangente e menos tecnicista), tende a ter forte pendor empreendedor e de pouca aversão ao risco.

Mesmo sendo jurista, o que me coloca amiúde numa posição cautelosa e sustentada na análise de riscos, considero que as evoluções tecnológicas e os novos paradigmas que sustentam estas inovações devem ser vistos como um mar de oportunidades para toda a sociedade.

Portugal tem na sua matriz histórica um período de grande expansão económica e social sustentada pela exploração de “mares nunca dantes navegados”, com a época dos Descobrimentos. Essa expansão deveu-se sobretudo à crise económica que se fazia sentir em Portugal e à necessidade de a contrariar através da exploração de novas rotas comerciais e fontes de rendimento.

Atravessamos hoje semelhante crise, transversal a mais povos em nosso redor, contudo agora com bastante menos autonomia a diversos níveis, nomeadamente no controlo interno da política monetária.

Hoje é na internet que se “navega” e é no ciberespaço que se fazem as trocas comerciais à escala planetária. Ainda que os “oceanos” deste espaço sejam os mesmos que foram desbravados na década de 90 do século passado, quando a internet se tornou mainstream, as “embarcações” e os tripulantes que aí encontramos são bastante diferentes. Os modernos exploradores não deixam de sentir necessidade de arriscar e de desbravar caminho.

A tão falada tecnologia blockchain, como componente das decentralized ledger technologies (ou tecnologias de registo distribuído), dá-nos uma panóplia de opções de “navegação” que até aqui não existiam.

Esta tecnologia permitiu alargar e capacitar enormemente o espetro de “marinheiros” com vontade de explorar o mundo. Onde antes existiam limitações no modo como se usava o “mar” para transacionar bens e serviços, existem hoje oportunidades.

É neste contexto que, 13 anos depois da blockchain Bitcoin ter sido anunciada ao mundo, e apesar de termos já a nível da União Europeia um regulamento sobre mercados em criptoativos prestes a entrar em vigor (acompanhado de um número considerável de diplomas paralelos que regulam esta tecnologia, mas que ao mesmo tempo clarificam as “rotas” por onde podemos navegar daqui em diante), ainda vivemos um clima de incerteza regulatória.

Entre nós, é urgente “cartografar” também esses mares que já vêm a ser navegados a partir do nosso país por um grande número de “marinheiros” que vêem em Portugal – à semelhança do que outrora se fazia – o excelente ponto de partida para essas viagens. Entendo que “inventar a roda” (ou leme para nos mantermos no tema) não será a melhor solução considerando que Portugal terá outros problemas estruturalmente mais importantes para resolver (e que não são poucos).

Se continuarmos na lógica de “laissez faire involuntário”, podemos estar a ficar para trás numa corrida que não pode ser perdida.

Numa frase e sendo bastante explícito: Portugal não deve e não pode desperdiçar a oportunidade de firmar o entendimento de que é um hub tecnológico, com um potencial incalculável de crescimento na área de criptoeconomia. Existem múltiplos fatores, transversais a outras indústrias, que nos tornam um país extremamente apetecível quando se trata de importar talento estrangeiro.

Deixo o repto a quem de direito, para que oiçam a comunidade, oiçam todos aqueles que têm abraçado Portugal como seu país, e que trabalhem com todos para que Portugal reencontre uma nova “Golden Age” da sua História.

Nuno Lima da Luz

𝐁𝐢𝐭𝐜𝐨𝐢𝐧, 𝐄𝐭𝐡𝐞𝐫 𝐚 𝐬𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐠𝐮𝐥𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐦𝐨𝐝𝐢𝐭𝐢𝐞𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐂𝐅𝐓𝐂, 𝐩𝐨𝐫 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐥𝐞𝐢 𝐝𝐨 𝐒𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨 𝐀𝐦𝐞𝐫𝐢𝐜𝐚𝐧𝐨.Por Casey Wag...
07/08/2022

𝐁𝐢𝐭𝐜𝐨𝐢𝐧, 𝐄𝐭𝐡𝐞𝐫 𝐚 𝐬𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐠𝐮𝐥𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐦𝐨𝐝𝐢𝐭𝐢𝐞𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐂𝐅𝐓𝐂, 𝐩𝐨𝐫 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐥𝐞𝐢 𝐝𝐨 𝐒𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨 𝐀𝐦𝐞𝐫𝐢𝐜𝐚𝐧𝐨.
Por Casey Wagner

A SEC, que tem aproximadamente seis vezes o tamanho da CFTC, ainda controlará alguns aspectos da governança de criptomoedas sob o novo projeto, mas seu alcance seria reduzido

Novo projeto de lei do Senado esclarece que a SEC deve supervisionar apenas títulos

A legislação nomeia especificamente bitcoin e ether, mas observa que outras commodities devem se enquadrar na regulamentação da CFTC

Se um grupo de senadores bipartidários conseguir o que quer, a Commodity Futures Trading Commission (CFTC) pode em breve ser o órgão regulador encarregado de supervisionar o bitcoin e o ether.

Sens. Debbie Stabenow, D-Mich., e John Boozman, R-Ark., foram os autores do projeto de lei, apelidado de Digital Commodities Consumer Protection Act, e o apresentou na quarta-feira.

A legislação esclarece que bitcoin e ether são classificados como commodities, ao contrário de títulos que estão sob a alçada da Securities and Exchange Commission (SEC). O projeto de lei não menciona outros tokens ou fornece critérios para classificação.

As exchanges que permitem que os investidores negociem bitcoin e ether também devem se registrar na CFTC, observa o projeto.

A SEC, que tem aproximadamente seis vezes o tamanho da CFTC, ainda controlará alguns aspectos da governança sobre a indústria de criptomoedas, mas o projeto não detalha exatamente como será essa divisão de responsabilidades.

O projeto de lei também introduz novas categorias de registro, incluindo “corretor de commodities digital”, “custódia de commodities digital”, “negociante de commodities digital” e “instalação de negociação de commodities digital”. A atividade de mineração, por si só, não é suficiente para desencadear o registro como plataforma de commodity digital, observa o projeto de lei, destacando uma questão levantada em propostas anteriores de lei de criptomoedas.

“Os ativos digitais e a tecnologia blockchain já mudaram e continuarão mudando a maneira como os mercados globais funcionam”, disse o senador Boozman em comunicado. “No entanto, essa indústria em rápido crescimento é atualmente governada em grande parte por uma colcha de retalhos de regulamentos em nível estadual.”

A Lei de Proteção ao Consumidor de Commodities Digitais também encomenda um relatório para analisar a demografia racial, de gênero e econômica daqueles que usam ativos digitais.

“Os dados mostram que aqueles sem conta bancária, cartão de crédito ou aposentadoria estão se voltando para a criptomoeda”, disse Sheila Warren, CEO do Crypto Council for Innovation, um grupo de defesa de membros da indústria que se envolve com reguladores. Ela disse à Blockworks que os próximos passos “exigem uma abordagem ponderada para trazer as pessoas e reconstruir a confiança”.

A legislação surge no momento em que a batalha jurisdicional entre a CFTC e a SEC continua.

Em uma reclamação alegando atividade de insider trading por um ex-gerente de produto da Coinbase, a SEC classifica nove tokens de criptografia (AMP, RLY, DDX, XYO, RGT, LCX, POWR, DFX e KROM) como títulos. A Coinbase então solicitou ao regulador que “adote regras para regular a regulamentação de títulos que são oferecidos e negociados por meio de métodos nativos digitais”.

“A SEC e a CFTC têm a tarefa de fazer o que acham melhor para o consumidor americano”, disse Warren. “As agências precisam de orientação legislativa. Os legisladores entendem amplamente que há escopo para ambas as agências, dependendo do que está acontecendo com um ativo digital – os detalhes são importantes”.

O projeto ecoa linguagem semelhante introduzida pela primeira vez na legislação anterior. Sens. Cynthia Lummis, R-Wyo., e Kirsten Gillibrand, D-N.Y., apresentaram sua tão esperada Lei de Inovação Financeira Responsável em junho.

Essa legislação, que os senadores chamaram de “primeira lei abrangente de criptografia”, definiu muitos tokens de criptografia como “ativos auxiliares” ou um “ativo intangível e fungível que é oferecido, vendido ou fornecido a uma pessoa em conexão com o compra e venda de um título por meio de um acordo ou esquema que constitua um contrato de investimento”.

Essa classe mais ampla de ativos estaria sob a jurisdição da CFTC, em oposição à SEC, a menos que determinado de outra forma por um tribunal.

“A guerra de territórios em curso entre os reguladores federais pela supervisão do setor tem sido um obstáculo ao potencial de crescimento do setor e também tornou a implementação da regulamentação ineficiente e lenta”, disse David Carlisle, chefe de políticas e assuntos regulatórios da Elliptic.

“Ao colocar a maioria das autoridades de supervisão sob o mandato da CFTC, o projeto de lei ajudará a simplificar o cenário regulatório atualmente fragmentado e colocará os EUA em uma posição melhor para promover a inovação e garantir uma supervisão regulatória mais eficaz”.

O próximo passo para o projeto de lei é ser atribuído a outra comissão. Se sobreviver à fase de marcação, será debatido e votado no Senado antes de seguir para a Câmara, se aprovado.

O Senado entra em recesso no final da semana e retoma após o Dia do Trabalho. Dada a próxima temporada de eleições, os lobistas não têm certeza se alguma legislação relacionada a criptomoedas será aprovada antes do final do ano.

𝐎 𝐪𝐮𝐞 é 𝐨 𝐁𝐥𝐨𝐜𝐤𝐜𝐡𝐚𝐢𝐧 𝐞 𝐪𝐮𝐚𝐥 𝐨 𝐢𝐦𝐩𝐚𝐜𝐭𝐨 𝐫𝐞𝐚𝐥 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝐚 𝐝𝐢𝐚? 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝐄𝐜𝐨𝐧ó𝐦𝐢𝐜𝐨"E se existisse um registo digital centralizado...
30/07/2022

𝐎 𝐪𝐮𝐞 é 𝐨 𝐁𝐥𝐨𝐜𝐤𝐜𝐡𝐚𝐢𝐧 𝐞 𝐪𝐮𝐚𝐥 𝐨 𝐢𝐦𝐩𝐚𝐜𝐭𝐨 𝐫𝐞𝐚𝐥 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝐚 𝐝𝐢𝐚? 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝐄𝐜𝐨𝐧ó𝐦𝐢𝐜𝐨

"E se existisse um registo digital centralizado de todas as transações que faz online, em qualquer moeda ou país? E se este registo não estivesse nas mãos de um banco ou de uma autoridade central, mas sim nos dispositivos de milhares de utilizadores diferentes, mas acessível apenas a si?

Pode parecer assustador, mas é neste princípio que assenta a tecnologia Blockchain, e que está a virar do avesso o mundo financeiro.

O que é o Blockchain e qual o impacto real no dia a dia?
Descubra, neste artigo realizado pelo ComparaJá, o que é a tecnologia Blockchain, como funciona e quais as vantagens e riscos desta tecnologia.

O que é o Blockchain?
O Blockchain é uma tecnologia que rastreia e guarda informação, inspirada no método antigo dos livros-razão. Apesar de a ideia de um registo centralizado de movimentos financeiros não ser propriamente nova, é a forma como o faz que é revolucionária. Ao contrário de um livro-razão físico ou de um ficheiro de registo no computador, o Blockchain foi concebido para ser descentralizado e guardado em vários computadores, em simultâneo, e em total sincronização em todo o mundo.

Este facto torna a tecnologia Blockchain resistente a qualquer tentativa de sabotagem, como acontece frequentemente em transações comerciais físicas ou digitais. Assim, o sistema funciona como um livro de registos, mas inviolável e altamente eficiente, o que o diferencia dos bancos de dados convencionais.

O conceito de Blockchain é muitas vezes confundido com Criptomoeda ou Bitcoin mas, apesar de estarem relacionados, são diferentes. O Blockchain é a tecnologia que viabiliza a utilização de criptomoedas – e de muitas outras utilizações – e é também o que permite que estas moedas digitais sejam tão confiáveis.

Assim, o Blockchain permite registar transações de qualquer bem, como uma casa, um carro, terrenos, propriedade intelectual ou até criação de marcas, com riscos e custos significativamente mais reduzidos que o sistema tradicional. As informações são imediatas, partilhadas, invioláveis e completamente transparentes, o que gera maior confiança, eficiência e um mundo de novas oportunidades, e também alguns riscos.

Saiba mais: O que são criptomoedas?
Como funciona a tecnologia Blockchain?
Para compreender melhor como funciona a tecnologia de Blockchain, imagine uma folha de Excel que é duplicada várias vezes ao longo de uma rede de computadores ligados entre si. Esta rede é concebida de forma a atualizar essa folha de Excel sempre que são efetuadas alterações.

Agora, imagine que cada célula dessa folha é guardada no computador de um utilizador diferente que, apesar de o ter no seu dispositivo, não lhe consegue aceder. Para isso é necessária uma chave – uma password – a que só o dono do registo tem acesso e que desbloqueia todo o ficheiro.

Assim, cada parcela de dados contém alguma informação, mas não toda, que pode ser de qualquer tipo e que está ligado de forma cronológica a todas as outras. Quando uma nova informação é adicionada, é acrescentado um registo. E quando uma informação é alterada, também. Porque, com o Blockchain, nada se altera e nada se apaga. Apenas se acrescentam novas informações, mais atualizadas.

São estas características que tornam a informação praticamente indestrutível, porque os blocos encontram-se armazenados numa grande variedade de redes em todo o mundo e são transversalmente sincronizados. Mesmo que um ou outro computador se remova da rede, isso em nada afeta o sistema. Além disso, os blocos não podem ser apagados ou alterados, e novos registos apenas podem ser efetuados mediante um processo de validação.

Para garantir a segurança e integridade dos blocos, a tecnologia Blockchain conta com um mecanismo chamado “Proof-of-Work” (PoW), que designa um algoritmo que valida uma transação através da resolução de um problema matemático.

Coloca-se aqui uma questão importante: quem tem acesso às informações na Blockchain? Em teoria, a resposta é simples: são os próprios utilizadores que definem quais as informações que podem ser visualizadas e por quem.

Os seus registos são confidenciais e apenas são partilhados com membros da rede a quem especificamente atribuiu acesso. Mas, como em tudo o que envolve dados digitais, não há 100% certeza.

Quais são as vantagens da tecnologia Blockchain?
Apesar das muitas dúvidas e das reservas de pessoas como Bill Gates, o Blockchain tem várias vantagens e apoiantes de peso, como Elon Musk. Por um lado, a tecnologia Blockchain aumenta a confiança em transações financeiras. Todos os dias ocorrem, no mundo digital, fraudes comerciais, apropriação indevida de dados, adulteração de informações, entre outros cibercrimes.

A tecnologia Blockchain vem dar resposta solução a estes problemas e surgiu até no seguimento da crise financeira de 2008, em que a confiança no sistema financeiro foi posta em causa. Com o Blockchain, ninguém pode gastar a mesma moeda duas vezes ou alegar que fez um pagamento quando na realidade não o efetuou.

Os registos no Blockchain são imutáveis e não podem ser adulterados, nem mesmo por um administrador do sistema; quando é feita uma alteração, é acrescentado um novo bloco e a informação anterior continua visível e inalterada. Desta forma, é possível garantir que os registos são legítimos e íntegros.

Além disso, a tecnologia Blockchain torna os dados menos vulneráveis a ataques cibernéticos, que têm vindo a aumentar exponencialmente em todo o mundo, em quantidade e em sofisticação.

Como pode ser aplicada a tecnologia Blockchain?
As grandes marcas mundiais estão já a dar os primeiros passos na adoção da tecnologia Blockchain.

Por exemplo, nos serviços financeiros, a Blockchain revela-se essencial para proteger todo o tipo de transações, e também para acelerar aquelas que envolvem mais tempo de processamento. O facto de os dados serem invioláveis torna esta tecnologia muito atrativa para os sistemas governamentais, especialmente no combate a fraudes, lavagem de dinheiro e desvios de recursos públicos.

Além disso, o Blockchain previne falsificações, e é especialmente útil a nível legal na celebração de contratos e na gestão de propriedade intelectual. Em suma, há várias áreas da sociedade que podem tirar partido da tecnologia Blockchain, sejam cadeias de fornecimento, assistência médica, seguros ou telecomunicações."

𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐚 𝐚𝐩𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐜𝐞𝐫𝐜𝐨 à𝐬 𝐜𝐫𝐢𝐩𝐭𝐨𝐦𝐨𝐞𝐝𝐚𝐬:.𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐚çõ𝐞𝐬 𝐯ã𝐨 𝐭𝐞𝐫 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐬 𝐫𝐞𝐠𝐫𝐚𝐬 𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐟𝐢𝐬𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐜𝐢𝐚𝐝𝐨 𝐯𝐚𝐢 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐚𝐫.Está na...
12/07/2022

𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐚 𝐚𝐩𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐜𝐞𝐫𝐜𝐨 à𝐬 𝐜𝐫𝐢𝐩𝐭𝐨𝐦𝐨𝐞𝐝𝐚𝐬:.
𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐚çõ𝐞𝐬 𝐯ã𝐨 𝐭𝐞𝐫 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐬 𝐫𝐞𝐠𝐫𝐚𝐬 𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐟𝐢𝐬𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐜𝐢𝐚𝐝𝐨 𝐯𝐚𝐢 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐚𝐫.

Está na reta final de aprovação uma medida que vai aproximar as regras de informação a partilhar em transações com ativos digitais, daquelas que já cumprem as transações com moedas físicas. Enquanto isso, o Parlamento Europeu quer uniformizar a cobrança de impostos sobre estas transações e usar blockchain para o fazer.
Europa aperta cerco às criptomoedas: transações vão ter novas regras e tratamento fiscal diferenciado vai acabar.

A Europa deu um passo importante para a revisão da legislação relacionada com transações de ativos digitais. Foi alcançado um acordo provisório entre os negociadores do Parlamento e do Conselho da União Europeia para apertar o cerco às transações de moeda digital na Europa e combater a sua utilização como meio de financiar o terrorismo, ou em esquemas de lavagem de dinheiro.

Estão alinhados os princípios para novas regras sobre a informação a partilhar em transações deste tipo, que vão passar a ter de cumprir normas semelhantes àquelas que já se aplicam às transações em moeda fiduciária. Emitente e beneficiário de cada transação vão passar a ter de ser identificados, uma medida para garantir a rastreabilidade das operações.

Esta informação terá estar associadas aos ativos digitais sempre que mudarem de mãos, o que vai vincular os prestadores dos serviços por onde passam e se alojam estas operações a cumprir novas regras.

“A introdução desta regra assegurará a transparência financeira nas trocas de cripto ativos e proporcionará à UE um quadro sólido e proporcional que cumpre as normas internacionais mais exigentes”, refere uma nota no site do Conselho. Na gestão de temas relacionados com a proteção de dados nestas transações, aplicam-se as normas do RGPD, explica a mesma nota.

As negociações do trílogo que resultaram neste acordo decorriam desde abril e dão sequência a uma proposta legislativa para o combate à lavagem de dinheiro, apresentada no ano passado pela Comissão Europeia. O acordo carece agora de ratificação pelo Conselho e pelo Parlamento, para que a medida possa ser publicada e entre em vigor.

PE quer fim das borlas tributárias às transações em criptomoedas e blockchain a tornar a cobrança de impostos mais eficiente
Esta quinta-feira, 30 de junho, o Parlamento Europeu aprovou também uma resolução não vinculativa, que define uma framework para enquadrar ações que permitam encontrar formas de fazer um melhor uso das tecnologias de blockchain no combate à evasão fiscal e uniformizar a tributação de transações com ativos digitais.

A resolução, redigida pela eurodeputada portuguesa Lídia Pereira, define uma base de trabalho para alcançar aqueles dois objetivos, partindo do princípio que “as transações de ativos digitais devem ser sujeitas a uma tributação justa, transparente e efetiva”. Isto é algo que está longe de espelhar a realidade europeia neste momento, onde países como Portugal não tributam mais-valias resultantes de transações com ativos digitais e outras nações aplicam impostos a essas operações.

Apela-se também à criação de um tratamento fiscal simplificado para transações ocasionais e de baixos montantes e pede-se à Comissão Europeia que avalie as medidas em vigor nos diferentes países nestas áreas - combate à evasão fiscal e tributação. Esta informação deverá servir de base ao desenho de novas regras, uniformizadas e mais eficazes, que também exigirá um acerto de agulhas em relação a um conjunto de questões de base.

Como sublinha o Parlamento Europeu, é preciso adotar definições comuns na UE, que hoje não existem, a vários níveis: o conceito de ativo digital; que transações de ativos digitais são tributáveis; ou onde são os pagos os impostos, tendo em conta que em muitos casos as transações ocorrem entre interlocutores e plataformas de diferentes países.

No que se refere ao uso de tecnologias de blockchain, a resolução frisa que as administrações tributárias locais devem usar os diferentes instrumentos à sua disposição para garantir uma recolha eficiente dos impostos devidos nestas transações e refere a blockchain como um desses instrumentos. Sugere que as melhores práticas na utilização da tecnologia sejam estudadas e essa adoção seja considerada, para melhorar a capacidade de atuação.

“As características únicas da blockchain poderiam oferecer uma nova forma de automatizar a cobrança de impostos, limitar a corrupção e identificar melhor a propriedade de ativos corpóreos e incorpóreos, permitindo uma melhor tributação”, sublinha a nota que resume o conteúdo da resolução."

Cristina A. Ferreira
Casa dos Bits
1 jul 2022 09:24

𝐑𝐨𝐧𝐚𝐥𝐝𝐨 𝐟𝐚𝐳 𝐩𝐚𝐫𝐜𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐁𝐢𝐧𝐚𝐧𝐜𝐞 𝐞 𝐯𝐚𝐢 𝐥𝐚𝐧ç𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐥𝐞çõ𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐍𝐅𝐓A Binance, empresa especializada em ecossistemas de blockch...
25/06/2022

𝐑𝐨𝐧𝐚𝐥𝐝𝐨 𝐟𝐚𝐳 𝐩𝐚𝐫𝐜𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐁𝐢𝐧𝐚𝐧𝐜𝐞 𝐞 𝐯𝐚𝐢 𝐥𝐚𝐧ç𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐥𝐞çõ𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐍𝐅𝐓

A Binance, empresa especializada em ecossistemas de blockchain e fornecimento de infraestruturas de criptomoedas, anunciou, esta quinta-feira, a assinatura de uma parceria multi-anual e exclusiva com Cristiano Ronaldo relativa a NFTs (tokens não fungíveis).

"Através desta parceira, a Binance lançará uma campanha global destinada a dar aos fãs de Cristiano Ronaldo uma introdução à Web3 e ao mundo dos NFTs", indica a empresa em comunicado.

Cristiano Ronaldo e Binance vão criar uma série de coleções para venda exclusiva na plataforma Binance NFT e a primeira coleção chegará ainda este ano e vai incluir designs criados em colaboração com o futebolista.

“O meu relacionamento com os fãs é muito importante para mim, pelo que a ideia de trazer experiências sem precedentes e acesso através desta plataforma NFT é algo de que eu quero fazer parte”, disse a propósito Ronaldo, citado na nota.

O fundador e diretor executivo da plataforma, Changpeng Zhao, mostrou-se entusiasmado "por poder oferecer aos seus fãs [de Ronaldo] oportunidades de envolvimento exclusivas que lhes permitirão possuir uma peça icónica da história do desporto".

Expresso

𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐥𝐞𝐢𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐂𝐨𝐥ô𝐦𝐛𝐢𝐚 é 𝐟𝐚𝐯𝐨𝐫á𝐯𝐞𝐥 𝐚𝐨 𝐁𝐢𝐭𝐜𝐨𝐢𝐧 (𝐁𝐓𝐂)" Presidente eleito da Colômbia é favorável ao Bitcoin (BTC)Pr...
22/06/2022

𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐥𝐞𝐢𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐂𝐨𝐥ô𝐦𝐛𝐢𝐚 é 𝐟𝐚𝐯𝐨𝐫á𝐯𝐞𝐥 𝐚𝐨 𝐁𝐢𝐭𝐜𝐨𝐢𝐧 (𝐁𝐓𝐂)

" Presidente eleito da Colômbia é favorável ao Bitcoin (BTC)Presidente eleito da Colômbia é favorável ao Bitcoin (BTC)
O recém eleito presidente da Colômbia, Gustavo Petro, candidato abertamente de esquerda, já demonstrou algumas vezes, sua simpatia pelo bitcoin.

Petro já fala publicamente sobre a criptomoeda e sobre o seu processo de mineração. Em suas declarações, evidencia como a tecnologia blockchain pode retirar o poder das mãos do governo.

Em seu posicionamento, o presidente eleito evidencia as mudanças profundas que o processo de mineração pode causar no país.

Em relação à mineração de criptomoedas, Petro considera a atividade uma alternativa econômica atraente para o país.

Segundo ele, o país tem uma boa malha hídrica, podendo gerar energia renovável para a atividade em território nacional.

“E se a costa do Pacífico aproveitasse as fortes quedas dos rios da serra ocidental para produzir toda a energia da costa e substituir a co***na pela energia das criptomoedas? A moeda virtual é pura informação e, portanto, energia.”

" Y que tal que el litoral pacífico aprovechara las caídas de alta pendiente de los rios de la cordillera occidental para producir toda la energía del litoral y reemplazar co***na con la energía para las criptomonedas?La moneda virtual es pura información y por tanto energía. https://t.co/65xdN2whuO
— Gustavo Petro () October 2, 2021 "

“Bitcoin tira poder de emissão dos estados”
Pelo Twitter, em 2017, Petro já disse que o Bitcoin tira o governo do poder de emissão da moeda, sendo então, uma moeda comunitária.

“O Bitcoin retira o poder de emissão dos estados e a senhoriagem da moeda dos bancos. É uma moeda comunitária que se baseia na confiança de quem realiza transações com ela, pois é baseada no blockchain, a confiança é medida e cresce, daí sua força.”

Com esse tipo de declaração o novo presidente demonstra entendimento sobre a tecnologia blockchain e seu intuito. Mas ainda não está claro se seu plano de governo contempla alguma diretriz para a inserção da tecnologia em seu mandato.

Declarações sobre o que a disrupção que as criptomoedas podem trazer, não evidenciam se elas terão, ou não espaço no governo do próximo presidente da Colômbia.

Gustavo Petro não é o primeiro no governo colombiano a mostrar uma posição favorável às criptomoedas. Jehudi Castro Sierra, conselheiro na última gestão presidencial, declarou que o bitcoin era uma ideia brilhante. "

Por Criptonizando

"𝐁𝐞𝐚𝐮𝐠𝐫𝐞𝐧𝐞𝐥𝐥𝐞, 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐫𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐟𝐫𝐚𝐧𝐜ê𝐬 𝐚 𝐚𝐜𝐞𝐢𝐭𝐚𝐫 𝐩𝐚𝐠𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐞𝐦 𝐜𝐫𝐢𝐩𝐭𝐨𝐦𝐨𝐞𝐝𝐚𝐬 𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐪𝐮𝐚𝐫𝐭𝐚-𝐟𝐞𝐢𝐫𝐚"Não sei se as pe...
08/06/2022

"𝐁𝐞𝐚𝐮𝐠𝐫𝐞𝐧𝐞𝐥𝐥𝐞, 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐫𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐟𝐫𝐚𝐧𝐜ê𝐬 𝐚 𝐚𝐜𝐞𝐢𝐭𝐚𝐫 𝐩𝐚𝐠𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐞𝐦 𝐜𝐫𝐢𝐩𝐭𝐨𝐦𝐨𝐞𝐝𝐚𝐬 𝐞𝐬𝐭𝐚 𝐪𝐮𝐚𝐫𝐭𝐚-𝐟𝐞𝐢𝐫𝐚"

Não sei se as pessoas tem a noção do que isso significa em termos de impacto na gestão das criptomoedas, não só na Europa, mas sim também no mundo!

O facto que as criptomoedas sejam "aceites" como forma de pagamento num dos maiores centros comerciais de Paris significa que entramos na fase de "ADOÇAO"

Esta tecnologia , nas várias áreas, é o futuro

𝐁𝐚𝐧𝐜𝐨 𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐚 Í𝐧𝐝𝐢𝐚 𝐩𝐥𝐚𝐧𝐞𝐣𝐚 '𝐚𝐛𝐨𝐫𝐝𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐠𝐫𝐚𝐝𝐮𝐚𝐥' 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐨𝐞𝐝𝐚 𝐝𝐢𝐠𝐢𝐭𝐚𝐥, 𝐝𝐢𝐳 𝐍𝐞𝐰𝐬 𝟏𝟖"O Reserve Bank of India (RBI) disse e...
04/06/2022

𝐁𝐚𝐧𝐜𝐨 𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐚 Í𝐧𝐝𝐢𝐚 𝐩𝐥𝐚𝐧𝐞𝐣𝐚 '𝐚𝐛𝐨𝐫𝐝𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐠𝐫𝐚𝐝𝐮𝐚𝐥' 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐨𝐞𝐝𝐚 𝐝𝐢𝐠𝐢𝐭𝐚𝐥, 𝐝𝐢𝐳 𝐍𝐞𝐰𝐬 𝟏𝟖

"O Reserve Bank of India (RBI) disse em seu relatório anual divulgado na sexta-feira que estava adotando uma “abordagem gradual” para a introdução de uma moeda digital do Banco Central, informou o News 18 .

“O Reserve Bank está envolvido na introdução de uma moeda digital do banco central na Índia. O design da CBDC precisa estar em conformidade com os objetivos declarados de política monetária, estabilidade financeira e operações eficientes de moeda e sistemas de pagamento'', afirmou no Relatório Anual sobre o Funcionamento do Reserve Bank of India 2022.

“O Reserve Bank propõe adotar uma abordagem gradual para a introdução do CBDC, passando passo a passo pelas etapas de Prova de Conceito, pilotos e lançamento”, disse o RBI no relatório. “Assim, os elementos de design apropriados dos CBDCs que poderiam ser implementados com pouca ou nenhuma interrupção estão sendo examinados”, acrescentou o relatório.

A ministra das Finanças da Índia, Nirmala Sitharaman, anunciou em seu discurso de orçamento no início deste ano que o RBI planejava emitir uma rúpia digital, de acordo com o Bitcoin.com ."

Mike Millard
29 de maio de 2022,

𝐁𝐚𝐧𝐜𝐨𝐬 𝐞𝐱𝐩𝐥𝐨𝐫𝐚m 𝐁𝐥𝐨𝐜𝐤𝐜𝐡𝐚𝐢𝐧, T𝐨𝐤𝐞𝐧𝐢𝐳𝐚çã𝐨 é 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐮𝐦 '𝐬𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐟𝐨𝐠𝐨, 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐞𝐦 𝐮𝐦 𝐦𝐞𝐫𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐞𝐦 𝐛𝐚𝐢𝐱𝐚'"Certos grandes ba...
29/05/2022

𝐁𝐚𝐧𝐜𝐨𝐬 𝐞𝐱𝐩𝐥𝐨𝐫𝐚m 𝐁𝐥𝐨𝐜𝐤𝐜𝐡𝐚𝐢𝐧, T𝐨𝐤𝐞𝐧𝐢𝐳𝐚çã𝐨 é 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐮𝐦 '𝐬𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐟𝐨𝐠𝐨, 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐞𝐦 𝐮𝐦 𝐦𝐞𝐫𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐞𝐦 𝐛𝐚𝐢𝐱𝐚'

"Certos grandes bancos de investimento estão novamente explorando como a tecnologia blockchain e a tokenização de ativos podem tornar suas próprias operações mais eficientes - mas para alguns na comunidade de criptomoedas, os movimentos dos bancos em criptomoedas se assemelham a algo que já viram antes.

Entre os bancos que tomaram medidas para a adoção de blockchains desta vez está o JPMorgan, que desde dezembro do ano passado atraiu mais de US$ 300 bilhões em negócios para sua rede blockchain, informou o Financial Times na segunda-feira.

O principal banco americano agora se juntou ao rival francês BNP Paribas, com ambos os bancos usando tokens digitais para negociação de curto prazo em mercados de renda fixa.

De acordo com a reportagem do Financial Times, o projeto envolve o uso de tokens para transações no chamado mercado de recompra, usado por instituições para emprestar ativos para necessidades de financiamento de curto prazo.

Os esforços foram descritos no relatório como um primeiro passo no uso de tokens digitais “em um dos elos cruciais do sistema financeiro global”. O relatório acrescentou que o JPMorgan está explorando se pode servir como uma porta de entrada para finanças descentralizadas (DeFi) para instituições financeiras e disse que mais bancos devem ingressar na rede no futuro.

O JPMorgan opera seu blockchain corporativo Lilink sob um braço separado da empresa conhecido como Onyx. O principal banco de investimento também lançou anteriormente um token digital centralizado conhecido como JPM Coin.

Vale a pena notar que o blockchain operado pelo JP Morgan não é um blockchain no sentido tradicional, mas sim um tipo centralizado e autorizado para uso interno. O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, disse anteriormente sobre blockchains que eles são “novas tecnologias reais que podem ser implantadas de maneira pública e privada, com permissão ou não”.

O Liink é descrito pelo JPMorgan como uma “solução de pagamentos bancários comerciais on-chain”. O banco afirma ainda em seu site que é a primeira rede baseada em blockchain que oferece operações de recompra “através da troca de dinheiro por garantias tokenizadas”.

“Sinal de fogo” de um mercado em baixa
Embora alguns argumentem que os bancos que adotam a tecnologia blockchain é um sinal positivo, aqueles que estão na comunidade de criptomoedas há algum tempo talvez estejam menos impressionados.

Um grande número de movimentos semelhantes de empresas também foi visto em 2018, quando a criptomoeda já estava em um mercado de baixa após um mercado de alta no ano anterior. Entre as empresas que fizeram manchetes na época estava o JPMorgan com seu JPM Coin, além de várias outras instituições financeiras tradicionais preocupadas em perder “a próxima grande coisa”.

A coincidência foi apontada por Maya Zehavi, uma empreendedora focada em blockchain e membro do conselho fundador do Fórum Israelita da Indústria Blockchain.

Escrevendo no Twitter, Zehavi chamou a notícia de que os bancos estão agora exibindo seus projetos corporativos de blockchain como um “sinal de fogo de que estamos em um mercado de baixa”. Apesar disso, ela deu crédito ao JPMorgan por ser uma das poucas empresas que realmente desenvolveu algo da última vez, “em vez de chamadas intermináveis, [prova de conceitos] e padrões”.

26/05/2022

𝐍ã𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐨𝐮 𝐩𝐫𝐞𝐨𝐜𝐮𝐩𝐚𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐬𝐬ã𝐨 𝐜𝐥á𝐬𝐬𝐢𝐜𝐚, 𝐝𝐢𝐳 𝐊𝐞𝐯𝐢𝐧 𝐎'𝐋𝐞𝐚𝐫𝐲

"O capitalista de risco e presidente dos ETFs O'Shares, Kevin O'Leary, junta-se ao 'CNBC Special: Inflation and your stocks' para discutir seu manual de inflação e onde encontrar oportunidades.

CryptoNews
Enviado em 24 de maio de 2022.

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