Executive Search Partners

Executive Search Partners A EXECUTIVE SEARCH PARTNERS tem como “core business” o Recrutamento e Selecção, por “executive search”, para funções de “Middle & Top Managment"

A EXECUTIVE SEARCH PARTNERS tem como seu “core business” o Recrutamento e Selecção, por “executive search”, de profissionais para funções de “Middle & Top Management”, contando as suas equipas com uma vasta experiência (desde o Ano 2000) nesta área de actuação. Ao longo da nossa existência, a actividade desenvolvida tem-se pautado pela realização de inúmeros projectos para organizações vocacionad

as para diversos sectores de actividade e mercados geográficos, contribuindo para o enriquecimento do Capital Humano das suas estruturas em diferentes áreas funcionais e para a melhoria qualitativa das carreiras dos profissionais a quem temos proporcionado novos desafios.

"Touché" 😉🙏
28/05/2019

"Touché" 😉🙏

18/10/2018

Mundo 4.0 🤔

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL 0
Mundo 4.0

Smartphones, internet móvel, impressoras 3D, sensores inteligentes e cloud computing já fazem parte do nosso quotidiano. IoT (Internet of Things), AI (Artificial Intelligence) e a sua atual evolução Deep Learning, Big

Data e realidade aumentada são os termos mais recentes. Estes recursos são alguns, entre as muitas tecnologias que surgiram nos últimos anos, que começam a provocar grandes transformações nos modelos de negócio das organizações dos mais diversos segmentos de mercado.

Todo este aparato tecnológico inovará, de modo disruptivo, a forma como as empresas irão interagir, a partir de produtos e serviços, com os clientes.

Actualmente a questão não é quando acontecerá a 4.ª Revolução Industrial, denominada Revolução 4.0 ou Indústria 4.0 e a sua face mais visível – a transformação Digital. A revolução já começou! Algumas organizações já estão na vanguarda deste processo e, entretanto, a grande maioria embarcará nesta nova onda num futuro próximo.

Ao abrirmos as revistas, jornais e sites constatamos que a transformação digital é o assunto do momento. Razão há, afinal. A transformação digital irá impor-se com uma força avassaladora e colocará a experiência do cliente como principal foco. Claro que não será, apenas, este o principal foco. Há outros factores importantes, tais como a redução do tempo no desenvolvimento de produtos e serviços, a diminuição de custos aliados ao aumento de produtividade, a tecnologia exponencial e a actividade em constante progresso.

Alguns de nós observamos este cenário com admiração e outros com grande preocupação. Vários investigadores e líderes sugerem que as empresas devem procurar a transformação agora e outros acreditam que as organizações irão passar por um processo gradual. Alguns dizem que não existirá hierarquia, mas sim trabalhos cooperativos sem uma liderança formal, os "jobs descriptions" não irão limitar a forma de actuar dos profissionais, que passarão a desempenhar papéis, a formação será uma prática obsoleta e a remuneração, tal como é conhecida hoje, não será praticada, entre tantas outras notícias que nos deixam maravilhados e/ou pessimistas. Cerca de 375 milhões de pessoas irão mudar de profissão até 2030. Será a revolução que quebrará com todos os conceitos que surgiram a partir da Primeira Revolução Industrial!

Convido-o a reflectir. Toda a transformação é um processo gradual e natural para os organismos vivos como as empresas. Nenhuma organização se tornará digital da noite para o dia. Afinal muitas das empresas/organizações existentes não nasceram neste ambiente altamente tecnológico.

É importante começar a movimentar-se em direcção à transformação digital para desenvolver um processo de aprendizagem que permita responder correctamente a um novo ambiente de competitividade digital. Entretanto, a maturidade digital será resultado de um processo de evolução, mais inclusivo para a maioria das empresas que precisará de se adaptar ao longo do tempo, já que não nasceu digital (Kane et al., 2015). Assim, as organizações poderão desviar o foco da transformação instantânea e radical para se concentrarem na maturidade digital, vendo esta revolução como um processo que leva tempo, sem fim, que é gradual e de constante mudança e a adaptação ao ambiente cada vez mais digital.

Muitas organizações perguntam-nos se existe uma receita para aderir a esta mudança com êxito. A resposta é… Não, não há. A transformação digital atingirá todas as áreas de uma organização e todos os segmentos? Não, mas definir quem, quando e como será resultado de reflexão interna e observação externa. A experiência da transformação será única para cada tipo de organização.

Não tenha dúvida. Implementar uma nova tecnologia é apenas uma pequena parte da transformação digital. Outros desafios, tais como estratégia, cultura, gestão de talentos identificados nos ciclos de atracão, o desenvolvimento de "soft skills" e até os processos de retenção, aprendizagem organizacional, estrutura organizacional e liderança são tão importantes, se não mais importantes, do que a tecnologia.

Além de garantir que existe um compromisso da alta liderança para realizar a mudança estratégica, o Departamento de Recursos Humanos irá actuar em várias frentes que irão permitir preparar a sua organização para a entrada no Mundo 4.0:

Diagnosticar a cultura organizacional e prepará-la para criar um ambiente cooperativo, aberto à inovação e centrada no consumidor;
Adequar a estrutura tradicional a uma mais flexível. Menos hierarquia e mais autonomia com responsabilidade;
Identificar e desenvolver líderes que actuem na transformação do "mindset" digital dos seus colaboradores. A necessidade será eliminar do pensamento das pessoas “a forma como faço as coisas”, que é um conceito estático, para apoiar a transição para o pensamento “a melhor forma de fazer as coisas” que será algo dinâmico, visto que surgirão recursos e ferramentas a todo momento que permitirão à empresa manter-se competitiva. As pessoas terão que estar abertas a experimentá-las;

Criar plataformas de formação (competências técnicas e comportamentais) das pessoas será, também, essencial no processo de maturidade digital. As organizações que amadurecem digitalmente têm 4 x mais probabilidade de proporcionar aos colaboradores as competências digitais necessárias, do que as empresas posicionadas no extremo inferior de maturidade (KANE et al., 2015);

Criar mecanismos de atracção de talentos que possuam um perfil multidisciplinar exigido pelas novas tecnologias e reter os profissionais, culturalmente alinhados, que conduzirão o processo interno de transformação;
Não menos importante, preparar os indivíduos que não se adaptarão a este novo cenário.

A economia crescerá e incluirá novas actividades. O mercado de trabalho, como hoje o conhecemos, irá mudar nos próximos anos. As novas tecnologias reduzirão os custos de produção, permitirão que cada um tenha acesso a novos recursos e poderemos ocupar-nos de actividades em que haverá realização pessoal e profissional. Talvez a pergunta para cada um de nós seja “qual é a sua ocupação?” ao invés de “qual é o seu emprego?”.

Não há um modelo pronto. Como dica final: relaxe, entenda o que é transformação digital, defina prioridades, prepare-se e faça uma coisa de cada vez. Estamos no início de uma jornada, o caminho será longo e o ponto de chegada ainda não está visível. Faça esta caminhada com os seus colaboradores, pois todas as viagens são mais agradáveis quando são feitas com pessoas especiais e fielmente comprometidas.

04/07/2018

O envolvimento das equipas é um factor chave da produtividade, aumentando a moral e a motivação dos colaboradores.

Estudos desenvolvidos pela Engage & Grow indicam que, por norma, a maior parte dos colaboradores distribui-se da seguinte forma...

Motivados
13%

Desmotivados
67%

Altamente desmotivados
20%

As organizações/equipas em que os colaboradores estão fortemente comprometidos com os objectivos superam amplamente as restantes em todos os indicadores de desempenho organizacional, obtendo, em média:

⇒ 22% de maior rentabilidade

⇒ 21% de maior produtividade

⇒ 10% de maior envolvimento com o cliente

⇒ Até menos 65% de rotatividade dos colaboradores

⇒ 37% menos absentismo

A conclusão é incontornável: transformar os trabalhadores activamente descomprometidos ou indiferentes, em trabalhadores envolvidos com a organização, deve ser uma das prioridades da gestão do capital humano.

04/07/2018
13/05/2018
13/04/2018

Mais um Processo de Recrutamento e Selecção (Função: Chefe de Recepção) concluído com sucesso, agora no Sector de Hotelaria e Restauração. Difícil, mas..."doneeee"! Parabéns à equipa e muito sucesso para o candidato escolhido. 👏🙏

Endereço

Oeiras E São Julião Da Barra
2780-047

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