25/03/2022
Europa continua fortemente dependente da importação de energia. Portugal regista significativos progressos.
Em 2020, a UE importou 57,5% da energia que consumiu, apresentando o petróleo e os produtos petrolíferos
a maior taxa de dependência de importações (96,2%) de entre os produtos do mix energético.
O gás natural teve a segunda maior taxa de dependência (83,6%).
Os combustíveis mais importantes no mix energético da UE em 2020 foram o petróleo e os produtos petrolíferos
(34,5%), matéria-prima essencial para a indústria petroquímica e para a produção de combustíveis utilizados
no transporte, e o gás natural (23,7%) importante para a produção de eletricidade e aquecimento.
A dependência energética na UE diminuiu ligeiramente em 2020, face a 2019 (-3,0 p.p.) quando este indicador
atingiu um máximo histórico de 60,5%. O decréscimo foi resultado da variação dos principais componentes deste
indicador: as importações líquidas caíram 12,6% e a energia bruta disponível registou uma queda de 8,1%.
Essas mudanças estiveram, sobretudo, ligadas à redução da procura devido às restrições da pandemia
e à crise económica que se instalou.
De entre os Estados Membros, a Estónia regista a menor dependência de importações de energia
(10,5%) e Malta a maior (97,6%).
mais informação proxima publicação ...
fonte: eurotast