Cannadouro

Cannadouro CANNADOURO, o local de encontro da cultura canábica em Portugal!

COMUNICADO A toda a comunidade canábica portuguesa, clientes e visitantes da CannaDouro:Após prolongada e ponderada refl...
04/03/2024

COMUNICADO

A toda a comunidade canábica portuguesa, clientes e visitantes da CannaDouro:

Após prolongada e ponderada reflexão entre mim, Director da CannaDouro e da CannaDouro Magazine, e todos os Coordenadores do Staff, face ao falecimento do nosso Director Comercial, Alberto Pires, é com pesar que informamos que não se mantêm as condições para dar continuidade aos projectos com o nome CannaDouro.

FEIRA + MAGAZINE + GUIA + CONFERÊNCIAS

Desde 2017 que realizamos um trabalho em prol da informação e da legalização da canábis, do qual muito nos orgulhamos, e que sabemos deixou muitos frutos na sociedade portuguesa.
No entanto, por vezes os ciclos fecham-se e surge a necessidade de avançar e abraçar novos projectos.

Assim, anunciamos que a Feira Cannadouro 2024 não se realizará, f**ando a ultima edição como uma grande homenagem.

Enquanto Director da CannaDouro Magazine, a única publicação em papel e online dedicada à canábis em Portugal, informo toda a comunidade que em breve será lançada uma nova revista, para juntos mantermos o:

"Rumo à legalidade da canábis!".

João Carvalho

Até sempre!
CannaDouro
2017-2023

ENG_

After prolonged and considered reflection between myself, Director of CannaDouro and CannaDouro Magazine, and all Staff Coordinators, in light of the passing of our Commercial Director, Alberto Pires, it is with regret that we inform you that the conditions to continue projects under the name CannaDouro are not maintained.

FAIR + MAGAZINE + GUIDE + CONFERENCES

Since 2017, we have been working towards information and the legalization of cannabis, of which we are very proud, and which we know has left many fruits in Portuguese society.
However, sometimes cycles close and the need to move forward and embrace new projects arises.

Therefore, we announce that the Cannadouro 2024 Fair will not take place, leaving the last edition as a great tribute.

As Director of CannaDouro Magazine, the only paper and online publication dedicated to cannabis in Portugal, I inform the entire community that a new magazine will soon be launched, so that together we can maintain:

"Towards the legality of cannabis!".

João Carvalho

CannaDouro
2017-2023

A Natura Matéria e a CriticalConcrete construíram uma casa de cânhamo em Vila Chã, para um casal que vivia em más condiç...
21/02/2024

A Natura Matéria e a CriticalConcrete construíram uma casa de cânhamo em Vila Chã, para um casal que vivia em más condições de habitabilidade. Trata-se de um projecto social inovador, apoiado pela Câmara Municipal de Esposende, que vai dar um novo tecto à Maria e ao Gil.

O projecto da casa social foi desenhado para um casal, a Maria e o Gil, e f**a em Vila Chã, no concelho de Esposende. Teve apoio da Esposende Solidário, do Município de Esposende e do Portugal Inovação Social. A Natura Matéria associou-se à iniciativa social com a CriticalConcrete, fornecendo a matéria-prima e a consultoria técnica, além do apoio à concepção e execução.

De acordo com César Cardoso, engenheiro e fundador da Natura Matéria, “este projecto, pelas suas características sociais e porque faz uso do betão de cânhamo é, decerto, único em Portugal”.

Foram necessárias quatro semanas para a execução de 109 m2 de paredes e 142 m2 de cobertura, das quais dois dias foram apenas para a execução da cobertura. No total, foram consumidos cerca de 45 m3 de betão de cânhamo, o que se traduz num consumo de cerca de 5,25 toneladas de aparas de cânhamo industrial, o equivalente a um cultivo de um hectare de cânhamo para se construir esta casa.

A Criticalconcrete assumiu a empreitada em cânhamo numa fase inicial, num contexto de workshop. Mais tarde, a empresa Artur Carqueijó, Construções Unipessoal Lda., finalizou a obra. No primeiro dia, houve uma sessão teórica e prática da Natura Matéria, onde se aprendeu como fazer a mistura perfeita de betão de cânhamo para vários usos, como senti-la e aplicá-la.


Artigo completo na Cannadouro Magazine Nº12, agora nas bancas e nos pontos de venda online.

̧ãosocial

Realizada entre os dias 18 e 19 de novembro na Alfândega do Porto, a 6ª edição da Feira Internacional de Cânhamo, tradic...
17/02/2024

Realizada entre os dias 18 e 19 de novembro na Alfândega do Porto, a 6ª edição da Feira Internacional de Cânhamo, tradicionalmente conhecida como Cannadouro, foi palco de um ciclo de conferências que reuniu diversas figuras da cultura canábica. No primeiro dia, perante uma audiência entusiasta, o evento acolheu uma mesa redonda que contou com a moderação de Henrique Pinto, fundador da Clorofila560, e a participação de Inês Queirós, criadora do movimento de revolução pela canábis, Dinis Dias e João Carvalho, promotores das primeiras marchas nacionais pela legalização. Ao longo de aproximadamente uma hora e meia, o painel debruçou-se sobre o lançamento da “Revolução Canábica”, iniciativa que em 2024 pretende reactivar as manifestações de rua em prol da legalização da canábis.

Recordar o passado

Na esteira do fenómeno da canábis medicinal e integradas na Marcha Global pela Ma*****na, as primeiras manifestações viram o seu nascimento ocorrer de forma orgânica, pela mão de um grupo de activistas informais unidos por um sonho e uma única missão – legalizar a canábis em todo o território português. Se a primeira marcha, organizada em Lisboa, em 2006, registou uma adesão moderada, as do ano seguinte, no Porto e em Lisboa, ganharam novo fôlego, dando início à institucionalização da causa e aumentando a sua visibilidade. Não obstante, seja pelo percurso de vida dos seus membros, seja pela desintegração de vários colectivos, o movimento foi perdendo algum do seu vigor inaugural, tornando-se progressivamente menos dinâmico e com uma capacidade de mobilização cada vez mais limitada. Aliado ao desenvolvimento das redes sociais, em particular ao aparecimento do activismo digital, as marchas foram sofrendo múltiplas descontinuidades, cenário que actualmente se almeja atalhar, devolvendo-lhes a sua força e recuperando o contexto de rua como sítio de fala, de luta e de conexão.

Artigo completo na Cannadouro Magazine Nº12, agora nas bancas e nos pontos de venda online.

Todos os canabicultores aprendem cedo a dar valor aos efeitos e características organolépticas do produto final de cada ...
12/02/2024

Todos os canabicultores aprendem cedo a dar valor aos efeitos e características organolépticas do produto final de cada uma das suas colheitas. Em última análise, é através dos processos de seca, cura e conservação das flores que se avalia o sucesso de cada cultivo e se pode estabelecer um ponto de comparação.

De nada servirá a obtenção de flores com terpenos de alta qualidade se, uma vez secas e curadas, as flores não forem devidamente conservadas, para que lhes seja dada a oportunidade de envelhecer sem perder juventude no que diz respeito aos aromas, efeitos e até ao nível do aspecto visual. Neste artigo vamos abordar aquela que é, provavelmente, a temática preferida da maioria dos amantes da planta de canábis: a pós-colheita. Uma vez secas e curadas, o que fazer com as flores?



Ora, há quem as fume, quem as v***rize e até quem as utilize na preparação de comestíveis ou na preparação de extracções de “resinas”. Vamos centrar-nos nas duas primeiras, o fumo e o v***r, pois sabemos que é dessa forma que a maioria dos leitores utiliza as suas flores de canábis. É também para estas formas de consumo que é mais importante conservar a erva de forma adequada, principalmente durante os quatro meses mais quentes do ano, que é quando a degradação ocorre de forma mais rápida e impactante. Uma boa armazenagem dos cabeços é essencial para quem tem grandes colheitas ou para quem pratica um consumo relativamente baixo e procura evitar que a qualidade das suas flores se desvaneça com o tempo.

Artigo completo na Cannadouro Magazine Nº12, agora nas bancas e nos pontos de venda online.

No dia 19 de novembro, entre as 15h30 e as 17h, decorreu na Cannadouro uma mesa redonda dedicada à regulamentação do CBD...
10/02/2024

No dia 19 de novembro, entre as 15h30 e as 17h, decorreu na Cannadouro uma mesa redonda dedicada à regulamentação do CBD em Portugal.

Com a moderação de Margarita Cardoso de Meneses, activista e jornalista do Cannareporter e da Cannadouro Magazine, o painel contou com a participação de Joana Botelho, advogada na empresa Cuatrecasas, Leonardo Sousa, gestor e empreendedor na Lynx H**p, Mattia Cusani, Secretário Geral da Canapa Sativa Italia, e Sebastien Béguerie, fundador da Kannavape, Alpha Cat e Blessed Herbz, especialista europeu na indústria da canábis medicinal e do CBD.

Num exercício de quase futurologia, o debate procurou discutir fórmulas para a existência de uma indústria de CBD legal em Portugal, propondo modelos possíveis para agricultores e transformadores de cânhamo.

Artigo completo na Cannadouro Magazine Nº12, agora nas bancas e nos pontos de venda online.

Aos 30 anos, Leonardo Rodrigues Sousa é um dos mais jovens empreendedores no sector do cânhamo industrial português e, t...
05/02/2024

Aos 30 anos, Leonardo Rodrigues Sousa é um dos mais jovens empreendedores no sector do cânhamo industrial português e, talvez, um dos que mais tem feito para que as coisas mudem, desde o terreno até à Assembleia da República.

Nascido em Castelo Branco, Leonardo Sousa fundou em 2021 e é, actualmente, o CEO da Lynx – H**p Products, uma empresa de produtos orgânicos à base de cânhamo. Com cultivo na Meimoa, no concelho de Penamacor, e uma loja na Covilhã, Leonardo é também um acérrimo defensor da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente, utilizando todos os meios ao seu alcance para partilhar a paixão pelo cânhamo e o seu compromisso para incentivar uma economia circular, local e biológica.

Fomos visitar a plantação da Lynx H**p e aproveitámos para conhecer melhor o percurso e as motivações deste jovem empreendedor, que se destaca pelo avançado conhecimento que já tem na sua área.

Leonardo, quanto é que tens aqui plantado?
2,5 hectares.

E estás a produzir com que fim?
Semente e fibras. Com as sementes, quero ver se faço uma farinha alimentar, misturada com trigo, que é mais proteica do que só a farinha de trigo. A fibra, quero ver se consigo desenvolver mais protótipos com a universidade, tanto bioplásticos, como tecidos e papel.

Nós estamos aqui na Meimoa, perto de Penamacor, mas tu vives na Covilhã, onde também tens a tua loja. Como é que tem sido a relação com as autoridades e com a comunidade local?


Entrevista completa na Cannadouro Magazine Nº12, agora nas bancas e nos pontos de venda online.

Neste artigo voltamos a falar de autonomia do cultivo em casa, sem patrões nem corporações. Vamos abordar a fase vegetat...
03/02/2024

Neste artigo voltamos a falar de autonomia do cultivo em casa, sem patrões nem corporações.

Vamos abordar a fase vegetativa do cultivo em exterior.

Esta fase de cultivo, como todas as outras, é muito importante para o bom acompanhamento do desenvolvimento da planta, tomando sempre em conta factores como a luz (começando com a exposição gradual ao sol nos primeiros dois meses de existência da planta), a quantidade de terra e a época do ano.

No hemisfério norte começa-se a semear no final de Março e vai-se acompanhando o crescimento da planta de vaso para vaso conforme o seu desenvolvimento.
Iniciamos com um vaso de meio litro para germinação em Março. Duas ou três semanas depois mudamos para o dobro do volume do vaso e assim sucessivamente. Mas atenção, só mudaremos as plantas de vaso assim que fique repleto de raízes.

Em Junho, colocaremos as nossas plantas no sítio final, com o mínimo de 80 litros de terra de boa qualidade. Assim, permitiremos um desenvolvimento homogéneo da planta, maximizando os recursos de cultivo e espaço disponível.

Artigo completo na Cannadouro Magazine Nº12, agora nas bancas e nos pontos de venda online.

Todos nós já ouvimos falar do grande Napoleão Bonaparte, mas o que pouca gente conhece é o papel importante que a canábi...
29/01/2024

Todos nós já ouvimos falar do grande Napoleão Bonaparte, mas o que pouca gente conhece é o papel importante que a canábis desempenhou na sua história, na guerra e no seu percurso militar e pessoal.

Napoleão, o conquistador francês de baixa estatura, que, com a mão escondida na abertura do casaco, ao nível do estômago, criou um vasto império e pôs em cheque as grandes potências da época, teve contacto com a canábis e travou muitas lutas pelo acesso ao cânhamo. No rescaldo da Revolução Francesa, esta figura histórica abalou os alicerces das nações por onde passou, um choque cujas consequências ainda hoje se fazem sentir.

O primeiro encontro de Napoleão com a canábis foi no Oriente. No seu desejo de enfrentar e diminuir o poder do Império Turco, embarcou numa viagem que o levou ao Egipto em 1798.

Bonaparte admirava profundamente Alexandre o Grande e Júlio César e tentou imitá-los em muitos pormenores. Tal como eles, não queria apenas conquistar o Egipto, mas queria fazer algo mais transcendental e profundo: homenagear, de alguma forma, a grandeza dos tempos antigos. Talvez por isso tenha decidido embarcar numa viagem introspectiva, cujo impacto o acompanharia certamente para o resto da sua vida.

Artigo completo na Cannadouro Magazine Nº12, agora nas bancas e nos pontos de venda online.

Em Maio de 2022, altura em que fizemos uma reportagem especial sobre as growshops históricas de Portugal, publicada na C...
26/01/2024

Em Maio de 2022, altura em que fizemos uma reportagem especial sobre as growshops históricas de Portugal, publicada na Cannadouro #6, entrevistei o Alberto Pires. Na altura, estava longe de imaginar o valioso documento com que f**aria em mãos. Aqui, transcrevemos agora um dos derradeiros testemunhos públicos do nosso querido amigo, que tão cedo nos deixou.

Alberto Pires, co-fundador da Cannadouro, era também a alma e o coração, além de proprietário, de uma das growshops míticas e mais reconhecidas do país: a Planeta Sensi. Foi uma sorte f**ar com este depoimento, pois, recentemente, o Diabo teceu-as, lembrando-nos, mais uma vez, do quanto a vida pode ser efémera.

Assim, nesta edição #12 da revista – a primeira que publicamos sem o Alberto nos comandos do departamento comercial e financeiro da nossa associação, a Cannadouro – publicamos este pequeno, mas valioso, depoimento, para relembrar um grande ativista e amigo.

A sua repentina e inesperada partida, aos 45 anos, deixou um vazio entre nós e entre toda a comunidade canábica portuguesa, mas as suas palavras f**am aqui registadas para a posteridade. Esta vai por ti, irmão!

Entrevista completa na Cannadouro Magazine Nº12, agora nas bancas e nos pontos de venda online.

🇵🇹

SEBASTIEN BÉGUERIELevaram-me para 48 horas de interrogatório e trataram-me como se fosse um terrorista. "CALMA, ISTO É S...
21/01/2024

SEBASTIEN BÉGUERIE

Levaram-me para 48 horas de interrogatório e trataram-me como se fosse um terrorista. "CALMA, ISTO É SÓ UMA PLANTA!"

Sebastien Béguerie cresceu em Marselha e passou a vida a especializar-se na planta que o levaria ao Tribunal de Justiça Europeu, no famoso caso “Kanavape”. Agora, está de malas aviadas para Portugal, onde adquiriu todo o franchise da Green Swallow, que conta com nove lojas em todo o país.

Estivemos à conversa com Sebastien na última Cannadouro — Feira Internacional do Cânhamo, no Porto, onde marcou presença com um stand da nova marca que vai lançar em Portugal, a Blessed Herbs.

Como era o cenário em Marselha? Havia muita canábis?
Sim, havia. Marselha sempre foi uma plataforma para o tráfico de droga. Não é que eu me orgulhe disso, é apenas a realidade. E, como tal, sempre conheci Marselha como tendo uma área específ**a, os subúrbios, onde havia pessoas que vendiam abertamente haxixe, erva e agora, infelizmente, outros tipos de dr**as. Mas, graças a Deus, na minha infância, era só haxixe e erva, principalmente haxixe. Fumei erva mais tarde, quando fui aos Estados Unidos. Mas sim, Marselha é como a porta de África. Temos muita população do Norte de África e muito do haxixe de Marrocos passa por ali. Isso signif**a que, em Marselha, isso é mais ou menos aceite na cultura da cidade, há muita gente a fumar haxixe ou erva, sem problemas. O haxixe faz parte da cultura de Marselha. A avenida mais popular da cidade é a Avenue de La Canebière, que signif**a “área do cânhamo”. A palavra vem do provençal canèbe, que signif**a cânhamo, e aire, que signif**a área.

A Cannadouro Magazine em parceria com a Kannabia Seed Company publica em cada edição da revista um calendário lunar para...
16/01/2024

A Cannadouro Magazine em parceria com a Kannabia Seed Company publica em cada edição da revista um calendário lunar para auxiliar os cultivadores.

Nesta edição publicamos o calendário lunar indica os melhores dias para cuidarmos das nossas plantas, durante os meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2024.

IMAGEM COM MAIOR RESOLUÇÃO NO SITE DA MAGAZINE
https://cannadouro.pt/magazine/calendario-lunar?n=calendario-lunar-janeiro-fevereiro-e-marco-2024

Desde os tempos mais ancestrais que o homem sabe que a lua tem uma influência directa no desenvolvimento das culturas agrícolas, e nas operações relacionadas com o cultivo, tais como a sementeira, germinação, trasplante, aplicação de fitofármacos como insecticidas e fungicidas, tal como na clonagem, poda e colheita.

O calendário lunar encontra-se na Cannadouro Magazine Nº12, Edição de Inverno, agora nas bancas e nos pontos de venda online.

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Rua Nova Da Alfândega
Porto
4050-064

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Domingo 11:00 - 20:00

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