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A Radio Essencial está de parabéns,  principalmente as convidadas  de ontem...
23/08/2026

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CONVERAS ESSENCIAIS | 22.AGO.2026 Tema:Período negro coincide co...

Depois deste debate, é preciso  repensar à política  empresarial de Angola....
23/08/2026

Depois deste debate, é preciso repensar à política empresarial de Angola....

COM MANUEL VIERA

😢😢
04/08/2026

😢😢

O País desembolsou mais 499 mil milhões Kz na compra de combustíveis refinados no primeiro semestre, em comparação com o período homólogo de 2025, enquanto o benefício efectivo para o Estado decorrente do aumento do valor das exportações de petróleo no mesmo período rondou apenas 203 mil...

31/07/2026

Consumo privado e comércio internacional ajudam PIB a crescer mas investimento abranda.
Análise no primeiro comentário.

31/07/2026

PIB Português continua a crescer mais depressa que Zona Euro ou União Europeia – 2º trimestre 2026

Perspectivas Econômicas de AngolaSegundo as últimas notícias passada pelo Governo, contradiz aquilo que é a realidade da...
27/07/2026

Perspectivas Econômicas de Angola

Segundo as últimas notícias passada pelo Governo, contradiz aquilo que é a realidade da Economia angolana.

Os analista da African Development Bank Gruop, tem as seguintes analise:

A perspectiva econômica é moderada, com crescimento real do PIB projetado em 2,9% em 2026 e 3,3% em 2027. O crescimento será impulsionado pela alta dos preços do petróleo, investimentos em agronegócio e logística ao longo do corredor de Lobito e cerca de US$ 2 bilhões em projetos de mineração não diamantífera e de terras raras. O PIB real per capita deverá diminuir em 2026 devido ao rápido crescimento populacional. A política monetária poderá ser apertada para conter a inflação decorrente da alta dos preços globais do petróleo. O déficit fiscal deverá cair para menos de 3% do PIB em 2026-2027, à medida que a receita do petróleo melhorar o equilíbrio fiscal. A relação dívida/PIB deverá permanecer estável em 48,2%, sustentada por superávits primários. O superávit em conta corrente deverá subir para 3,4% em 2026, impulsionado pelas exportações de petróleo. Os principais riscos incluem a volatilidade dos preços do petróleo, o aperto financeiro global, as tensões geopolíticas, os choques climáticos e a dependência do petróleo. A diversificação e o investimento no corredor de Lobito e na mineração são cruciais para mitigar os choques.

Recent macroeconomic developments Real GDP growth slowed to 3.1% in 2025 from 5.0% in 2024, impacted by lower international oil prices. Strong activity in agriculture, communications, and mining cushioned a 3.2% contraction in oil activity. On the demand side, public investment, private consumption,...

Se a análise for centrada na política socioeconómica, o fenómeno de angolanos a pedirem esmola nas ruas da Namíbia pode ...
27/07/2026

Se a análise for centrada na política socioeconómica, o fenómeno de angolanos a pedirem esmola nas ruas da Namíbia pode ser abordado da seguinte forma:

Causas

Desemprego e pobreza em várias regiões de Angola, levando algumas pessoas a procurar meios de sobrevivência noutros países.

Desigualdades sociais e regionais, com acesso limitado a oportunidades de emprego, educação e serviços básicos.

Insegurança alimentar, que leva famílias em situação de vulnerabilidade a migrar.

Migração irregular, motivada pela proximidade geográfica e pela expectativa de melhores condições de vida na Namíbia.

Fragilidades nas políticas de proteção social, que podem não alcançar todas as pessoas em situação de extrema pobreza.

Consequências

Exposição dos cidadãos a situações de exploração, tráfico de pessoas e violência.

Deterioração da imagem internacional de Angola, ao evidenciar problemas sociais persistentes.

Tensões diplomáticas e desafios na gestão migratória entre Angola e a Namíbia.

Agravamento da exclusão social e da vulnerabilidade das pessoas envolvidas.

Responsabilidade do Governo Angolano

O Governo angolano tem a responsabilidade de:

Criar políticas que promovam emprego, desenvolvimento económico e inclusão social.

Reforçar os programas de combate à pobreza e de apoio às famílias mais vulneráveis.

Investir na educação, formação profissional e desenvolvimento local, sobretudo nas zonas fronteiriças.

Trabalhar em cooperação com o Governo da Namíbia para proteger os direitos dos cidadãos angolanos e combater a migração irregular e a exploração.

Reintegrar os cidadãos que regressam ao país, criando condições para que não voltem a emigrar por necessidade.

É importante referir, que este fenómeno resulta de múltiplos fatores. Embora o Governo tenha um papel central na criação de condições para reduzir a pobreza e promover oportunidades, também contribuem fatores económicos, sociais, familiares e até regionais. Por isso, a resposta exige uma abordagem integrada, envolvendo políticas públicas eficazes, cooperação internacional e participação da sociedade civil.

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