Tiago Costa Consultor

Tiago Costa Consultor Consultor Imobiliário no Porto | DS Liberdade
Especialista em venda de imóveis residenciais

03/09/2026

No vídeo anterior contei-te como a minha primeira consultora me abandonou, quando percebeu que a minha compra não lhe dava o objetivo que ela queria.

Fiquei desanimado, a achar que comprar casa era mesmo aquilo.

Mas a história não acabou ali.

O que aconteceu a seguir é o que me faz hoje olhar para esta profissão de outra maneira. Porque a primeira consultora largou o nosso caso, e a agência atribuiu-nos outra pessoa. Uma consultora acabada de chegar ao ramo, sem anos de experiência, mas com uma coisa que a primeira não teve. Vontade de ouvir.
E é aqui que está a lição que nunca mais esqueci. Era a mesma agência. O mesmo sítio, a mesma placa na porta. E, no entanto, uma forma de trabalhar completamente diferente. Percebi ali que o que faz a diferença nunca é o nome da empresa. É a pessoa que se senta à tua frente.
Essa consultora ouviu mesmo o que nós procurávamos. Não o que dava mais comissão, o que nós procurávamos. E foi ela que me mostrou a casa onde vivo hoje. Ao lado, a intermediária que tratou do crédito coordenou o processo todo, do início ao fim, e explicou-me cada passo, o que fazer, como fazer, e o que ia acontecer a seguir.
Pela primeira vez em todo aquele processo, senti que sabia o que estava a fazer. Que não estava sozinho nem à mercê de ninguém. E no fim, comprei a minha casa. A casa onde ainda hoje vivo.
Foi assim que percebi como isto devia ser feito. E é exatamente por isso que hoje trabalho como trabalho. Ouço primeiro, e só depois trato do resto. Porque já estive do outro lado, e sei a diferença que isso faz.
Se estás a pensar comprar e queres alguém que te ouça primeiro, em vez de te empurrar seja o que for, fala comigo.

Eu já fui tu.

Acontece mais do que devia. Chegas a alguém à procura de ajuda para comprar ou vender casa, e em vez de te sentires ouvi...
01/09/2026

Acontece mais do que devia. Chegas a alguém à procura de ajuda para comprar ou vender casa, e em vez de te sentires ouvido, sentes-te processado. Como se fosses mais um nome numa lista, mais uma comissão possível, mais um passo para alguém bater um objetivo que não tem nada a ver contigo.

Percebe-se depressa quando é assim. As perguntas que te fazem são sobre o que interessa a eles, não sobre o que precisas tu. As casas que te mostram estão acima do que podes pagar, porque rendem mais. E no momento em que percebem que o teu negócio é mais pequeno do que esperavam, o interesse esfria. As mensagens começam a demorar, as chamadas rareiam, e tu f**as ali, a achar que o problema és tu.

O problema não és tu. É estares nas mãos de quem nunca te viu como uma pessoa, só como um valor numa folha de Excel.

E isto marca. Quem passa por isto uma vez f**a com a ideia de que comprar ou vender casa é sempre assim, frio, impessoal, uma máquina onde tu és só a matéria-prima. Não tem de ser. Mas para perceberes isso, às vezes tens de passar primeiro pelo lado errado.

Já te sentiste tratado como um número em vez de uma pessoa? Guarda essa sensação. Amanhã continuo.

31/08/2026

Quando fui comprar a minha primeira casa, não sabia nada.

Nem por onde começar, nem a quem perguntar, nem o que era suposto acontecer a seguir. Só sabia que era a maior compra da minha vida e que tinha um medo enorme de fazer asneira.
Fui a uma agência à procura de ajuda. E a consultora que me atendeu, em vez de me ouvir, só me queria empurrar casas acima do que eu podia pagar. Não era o que eu procurava, não era o meu orçamento, mas era o que dava mais comissão e o que a aproximava do objetivo dela.
Quando percebeu que a minha compra ia ser mais pequena do que ela queria, desinteressou-se por completo. Deixou de responder às mensagens. Deixou de ligar. Simplesmente desapareceu, como se eu tivesse deixado de existir.
E foi ali, sozinho outra vez, que percebi uma coisa que me custou. Para aquela pessoa, eu nunca tinha sido um cliente que ela queria ajudar. Tinha sido um número. E como esse número não lhe servia as contas, deixei de valer o tempo dela.
Saí dali em baixo, a achar que comprar casa era mesmo isto. Que era assim que funcionava e que eu é que tinha de me habituar.
Ainda bem que não desisti ali. Porque o que aconteceu a seguir mudou por completo a ideia que eu tinha do que é ser bem acompanhado. E é, no fundo, a razão de tudo o que faço hoje.
Mas isso conto-te no próximo.
Enquanto não chega, deixa-me uma pergunta. Já te sentiste assim, tratado como um número em vez de uma pessoa? Conta-me aqui em baixo.

Esta semana falei de três coisas sobre comprar casa nova, e se as juntares todas percebes uma verdade só.Primeiro, o med...
29/08/2026

Esta semana falei de três coisas sobre comprar casa nova, e se as juntares todas percebes uma verdade só.

Primeiro, o medo de comprar em planta, que afasta muita gente das melhores condições que existem.
Depois, o timing, e como quem chega no fim f**a sempre com as sobras e a pagar mais.
E por fim, o erro de comparar uma nova com uma usada só pelo preço à vista, sem contar com tudo o resto.

Estes três erros têm uma coisa em comum. Não são erros de quem é distraído. São erros de quem está sozinho, sem informação e sem quem conheça o terreno por dentro. Quem compra nova sem ninguém ao lado chega tarde, tem medo do sítio errado, e compara mal.
E é aqui que está a diferença toda. Comprar bem em nova construção nunca foi uma questão de sorte, de apanhar o anúncio certo no dia certo. É uma questão de estar no sítio certo antes dos outros. De conhecer os projetos antes de chegarem ao mercado, de perceber quais valem a pena e quais não, e de entrar cedo, quando ainda há escolha e o preço é o melhor.
É esse o trabalho que faço todos os dias. Acompanho os empreendimentos desde o início, conheço quem os constrói, e sei distinguir o que é uma boa compra do que só parece. Para quem quer comprar casa nova, ter alguém assim ao lado é a diferença entre escolher o melhor e f**ar com o que sobra.
Se tens uma compra de casa nova no horizonte, mesmo que ainda para daqui a algum tempo, o momento de falar comigo é agora. Quanto mais cedo entras, melhor é a casa que consegues.

Acontece quase sempre. Vês uma casa nova, gostas, olhas para o preço. Depois vês uma usada ali perto, parecida em tamanh...
28/08/2026

Acontece quase sempre. Vês uma casa nova, gostas, olhas para o preço.
Depois vês uma usada ali perto, parecida em tamanho, mais barata. E fazes a conta óbvia. A nova é cara, a usada compensa. Escolhes a usada convencido de que fizeste um bom negócio.

O problema é que não estavas a comparar duas casas. Estavas a comparar duas coisas diferentes ao mesmo preço, como quem compara um carro novo com um usado só pelo número.
Uma casa nova não é só uma casa mais recente. É zero obras nos próximos anos, enquanto na usada quase sempre há qualquer coisa a fazer, e o orçamento dessa obra raramente entra na conta que fazes no início. É eficiência energética, que se traduz em contas de casa mais baixas todos os meses. São materiais e sistemas atuais, garantias de construção que a usada já não tem, e a tranquilidade de não herdar os problemas que outra pessoa deixou para trás.
Quando somas tudo isto, aquela diferença de preço que parecia enorme começa a encolher. E muitas vezes, ao fim de alguns anos, a nova sai até mais barata, quando entras em linha de conta com tudo o que não tiveste de gastar, de reparar e de aturar.
Comparar o preço de uma nova com o de uma usada como se fossem a mesma coisa é dos erros mais caros de quem compra casa. Não estás a pagar por metros quadrados apenas. Estás a pagar pelo que vais viver dentro deles nos próximos anos.
Se estás a hesitar entre uma nova e uma usada e só tens olhado para o preço à vista, fala comigo. Ajudo-te a fazer a conta a sério, a que conta tudo, e não só o número do anúncio.

27/08/2026

Fizeste as contas antes de pôr a casa à venda, mas fizeste-as ao contrário. Somaste quanto precisavas para a entrada da próxima casa, mais o que gostavas que sobrasse, mais uma margem para as despesas todas. Chegaste a um número e foi esse que puseste no anúncio. O problema é que esse número é a tua necessidade, não é o valor da tua casa.
E o mercado, por mais que custe ouvir, não quer saber da tua necessidade.
É uma das coisas mais humanas que existem, por isso não te censures por teres pensado assim. Quando vendemos para comprar outra coisa, é natural fixarmo-nos no que precisamos de encaixar. Mas o comprador da tua casa não está a comprar a tua vida nem os teus planos. Está a comprar metros quadrados, uma localização, um estado de conservação. E paga por isso o que isso vale hoje, no mercado, nem mais um euro por causa das tuas contas.
Faz o exercício ao contrário. Se fosses tu a comprar uma casa, pagavas mais por ela só porque f**aste a saber que o dono precisava mesmo do dinheiro para outra coisa? Não pagavas. Ias achar que o problema dele não é teu. O comprador da tua casa pensa exatamente o mesmo.
E aqui está a parte que mais custa. Quando o preço nasce da tua necessidade e não do valor real, a casa f**a parada no mercado. E uma casa parada nunca te aproxima da próxima. Afasta-te dela, porque enquanto não vendes, não compras, e o tempo joga contra ti nas duas pontas.
O caminho é o inverso do que o instinto pede. Começa por saber quanto vale mesmo a tua casa, no mercado de hoje. É a partir desse número real que as contas para a próxima se fazem, e não ao contrário. Um preço certo vende, e é a venda que te põe mais perto da casa seguinte.
Se estás a vender para comprar e queres começar pelo valor certo em vez de pela tua necessidade, fala comigo. É a forma mais rápida de chegares à próxima casa, e não a mais lenta.

Toda a gente quer casa nova, pronta a estrear, sem obras nem surpresas. Mas há uma coisa que quase ninguém percebe sobre...
26/08/2026

Toda a gente quer casa nova, pronta a estrear, sem obras nem surpresas.
Mas há uma coisa que quase ninguém percebe sobre comprar num prédio novo, e que faz toda a diferença entre entrar no negócio certo ou f**ar a ver o comboio passar.
Quando um empreendimento está quase pronto, com a data de entrega à porta, aquilo que parece o momento ideal para comprar é, na verdade, o pior. E a razão é simples.
Um prédio demora anos a construir. E ao longo desses anos, as pessoas que planearam vão comprando. Compram cedo, muitas vezes ainda em planta, quando há tudo disponível, a melhor orientação, o melhor andar, e ao melhor preço, porque comprar no início é sempre mais barato do que comprar no fim.
À medida que a construção avança, duas coisas acontecem ao mesmo tempo. O preço vai subindo, porque o risco diminui e a procura aumenta. E as melhores unidades vão desaparecendo, porque quem chegou primeiro escolheu primeiro.
Resultado. Quando finalmente vês o prédio quase acabado e decides que é agora, encontras uma de duas situações. Ou já está tudo vendido, e f**as de fora. Ou o que sobra são exatamente as unidades que ninguém quis, ao preço mais alto de sempre. Ficas a escolher entre sobras, e a pagar mais por elas.
É por isto que comprar bem em nova construção não é uma questão de sorte nem de estar atento aos anúncios. É uma questão de planeamento. Quem quer o melhor de um empreendimento tem de lá estar muito antes de ele existir.
Se pensas comprar casa nova nos próximos tempos, o momento de começar a preparar isso é agora, não quando a casa já estiver à vista. Fala comigo e explico-te como se entra nos projetos certos antes de esgotarem.

É talvez o maior medo de quem pensa em comprar casa nova. Como é que se compra uma coisa que ainda não existe? Uns tijol...
25/08/2026

É talvez o maior medo de quem pensa em comprar casa nova.
Como é que se compra uma coisa que ainda não existe?
Uns tijolos, uma planta no papel, uma maqueta bonita, e a promessa de que dali a uns anos vai estar tudo pronto. Parece um salto no escuro, e o instinto manda fugir para o seguro, para o que já se vê e se pode tocar.
Só que é exatamente nesse salto que estão as melhores condições de todo o negócio.
Quando compras em planta, entras no início de tudo. E o início é onde o preço é mais baixo, porque o promotor precisa de vender cedo para financiar a obra, e recompensa quem arrisca primeiro. É também onde tens escolha a sério. O melhor andar, a melhor orientação, a melhor vista, a tipologia que queres. Está tudo disponível, porque ainda ninguém escolheu antes de ti.
E há outra vantagem que quase ninguém valoriza.
Tempo.
Comprar em planta dá-te meses até à entrega para preparares tudo com calma, sem a pressão de quem tem de decidir e mudar-se numa questão de semanas.
O medo é legítimo, mas nasce quase sempre de uma coisa só. De se estar a fazer isto sozinho, sem ninguém que conheça o promotor, o projeto e as garantias que existem. Com o acompanhamento certo, o que parecia um salto no escuro passa a ser a decisão mais informada que podes tomar.
Se tens receio de comprar em planta mas percebes que é onde estão as boas oportunidades, fala comigo. Explico-te o que olhar antes de decidir, para arriscares com informação e não com fé.

Segunda NOVO live session com mais três participantes que já garantiram lugar na 2a edição do Novo Imobiliário.A vocês, ...
24/08/2026

Segunda NOVO live session com mais três participantes que já garantiram lugar na 2a edição do Novo Imobiliário.

A vocês, desde já obrigado por terem aceite o desafio.

Vamos saber quem são, o que esperam e o que têm para te dizer a ti que ainda não garantiste lugar.

24/08/2026

Ele entrou na tua casa e não gostou de nada. A cozinha era velha, as casas de banho precisavam de obras, o prédio não tinha isto, a rua tinha aquilo. Apontou defeito a tudo, em voz alta, mesmo à tua frente. E tu saíste daquela visita com o coração nos pés, a achar que a tua casa afinal não valia nada.
Não baixes o preço já. Porque provavelmente acabaste de conhecer o comprador que está mais perto de comprar, e não o mais longe.
Repara numa coisa simples. Quem entra numa casa que não lhe interessa mesmo não perde tempo a criticar. Vê, não gosta, agradece e vai-se embora. Não se dá ao trabalho de fazer uma lista de defeitos, porque para quê. Já decidiu que não.
Quem desanca tudo está a fazer outra coisa completamente diferente. Está a construir os argumentos com que vai, a seguir, pedir-te um desconto. Cada defeito que aponta em voz alta é um tijolo para a proposta baixa que tem na cabeça. E ninguém constrói esse caso todo por uma casa que não quer. Constrói-o por uma casa que quer, mas quer mais barata.
O erro do vendedor é morder o isco. É ouvir a lista de críticas, entrar em pânico, e começar a baixar o preço mentalmente antes mesmo de haver uma proposta em cima da mesa. Foi exatamente esse o efeito que o comprador queria provocar. E resultou.
Quem sabe ler uma visita não recua com isto. Percebe o que está a acontecer, mantém a calma, segura o valor, e deixa o comprador mostrar o jogo. Porque a frieza aparente não é falta de interesse. É, muitas vezes, o interesse a disfarçar-se de indiferença.
Se estás a vender e queres alguém que leia estas visitas por ti e defenda o teu preço quando te tentarem baixar, fala comigo. É nesses minutos que se ganha ou perde muito dinheiro.

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