Gabriella Machado

Gabriella Machado Parentalidade consciente 🧘🏼‍♀️
Ajudo mães a estarem presentes e criar vínculos em vez de trauma 👥
Cursando Mestrado em Psicologia nos Estados Unidos 📚

07/09/2026

🚨 UTILIDADE PÚBLICA: Esta informação pode salvar a vida de uma criança. O afogamento está entre as principais causas de morte em crianças de 1 a 4 anos. 💙

A segurança sempre foi uma das minhas maiores prioridades como mãe. Por isso, eu queria que o Joaquim não apenas aprendesse a nadar, mas que soubesse como sobreviver caso caísse na água de forma inesperada.

Foi por isso que escolhemos o ISR (Infant Swimming Resource), um método que tem como foco ensinar habilidades de sobrevivência na água. Dependendo da idade e do desenvolvimento da criança, a criança aprende estratégias como flutuar, respirar e, quando possível, deslocar-se até um local seguro. Essas habilidades têm princípios que continuam sendo úteis na vida adulta. Em muitas situações de emergência, como uma cãibra, fadiga ou queda inesperada na água, manter a calma, flutuar, controlar a respiração e conservar energia são recomendações importantes para aumentar as chances de sobrevivência enquanto a pessoa pede ajuda ou consegue chegar a um local seguro.

Este vídeo foi gravado no último dia de aula. Sim, ele ainda chorou. Isso pode acontecer. Chorar durante uma atividade desafiadora não significa, por si só, que ela seja traumática. O que faz diferença é a forma como a experiência é conduzida: com um instrutor qualificado, respeitando o ritmo da criança e oferecendo segurança ao longo do processo.

Mas existe algo muito importante: o ISR não substitui um adulto atento. Nenhuma aula de sobrevivência aquática elimina o risco de afogamento. A supervisão constante, ao alcance de um braço da criança, continua sendo a medida mais importante para prevenir acidentes.

Para nós, o ISR é mais uma camada de proteção, nunca um substituto para a supervisão dos pais.

Se esta mensagem puder ajudar outra família a proteger uma criança, compartilhe. 💙

07/06/2026

Errado não está! 🇧🇷

03/16/2026

Ontem foi a minha última aula do mestrado.
E esse vídeo resume muito do que foram esses dois anos.

Muitas vezes eu voltando para a aula enquanto o Joaquim chorava ou vinha atrás de mim. E neste final de semana, no meio da aula, Joaquim bateu na porta e gritou, Mamãe, mamãe”.

Nesses dois anos eu também percebi algo difícil de nomear: a sensação de nunca estar completamente em um lugar só.
Quando estou na aula, penso em quanto tempo estou longe dele.
Quando estou com ele, penso nas mil coisas que preciso fazer ou no medo de chegar atrasada.

Compartilhei isso com outras mães da turma… e elas riram.
Disseram que essa sensação continua.
Uma delas falou que ainda é assim, e o “bebê” dela já tem 21 anos.
Talvez a maternidade seja isso:
um coração dividido entre quem somos, quem estamos nos tornando e quem mais amamos.

E, no meio de tudo, seguimos…
sonhando, tentando, aprendendo, com culpa as vezes pelo tempo sem o filho…

Como é para você conciliar seus sonhos com a maternidade?

  Amanhã será meu último final de semana de aula do mestrado. Sinto um misto de alívio por finalmente encerrar esse cicl...
03/12/2026

Amanhã será meu último final de semana de aula do mestrado. Sinto um misto de alívio por finalmente encerrar esse ciclo, mas também um aperto no coração e muita saudade.

O mestrado, além de ter me ensinado tanto e aberto portas para uma nova fase profissional, também marcou profundamente a minha maternidade. Engravidei no mesmo mês em que as aulas começaram, e o Joaquim veio comigo para o campus durante os primeiros 18 meses de vida.

Foi aqui que eu o vi engatinhar, dar os primeiros passos e crescer enquanto eu também crescia.

Esse lugar não foi só onde eu estudei, mas também foi onde o Joaquim e meu marido passavam o final de semana enquanto eu estava em aula. ♥️

Ser mãe atípica é viver com o sistema nervoso operando no limite 24 horas por dia. 🕊️Eu sei que a sua exaustão não é ape...
02/11/2026

Ser mãe atípica é viver com o sistema nervoso operando no limite 24 horas por dia. 🕊️

Eu sei que a sua exaustão não é apenas cansaço físico; é o resultado de uma vigilância constante e de uma carga mental que a sociedade muitas vezes não enxerga. Quando o Burnout Materno se instala nesse contexto, a sensação de solidão e a culpa por não “dar conta de tudo” com um sorriso no rosto podem ser esmagadoras.

Como psicóloga, eu entendo que você cuida de todas as terapias e necessidades do seu filho, mas quem está olhando para as suas feridas? Você não precisa carregar o peso do diagnóstico e da educação sozinha e em silêncio. O primeiro passo para a cura é validar que sua dor é real e que seu sistema nervoso precisa de um espaço de segurança para se regular.

Você merece um lugar onde possa tirar a armadura de “supermãe” e ser apenas você. ✨

Se você é mãe solo, este post foi feito pensando exclusivamente em você. Quero começar te parabenizando não pela “superf...
02/09/2026

Se você é mãe solo, este post foi feito pensando exclusivamente em você. Quero começar te parabenizando não pela “superforça” que o mundo te cobra, mas pela coragem diária de ser o pilar de uma vida inteira sem companhia. No entanto, como psicóloga, preciso ser honesta: a falta de uma rede de apoio real não é apenas um detalhe, é algo que interfere profundamente na sua saúde mental.

Viver sem descanso e sem ninguém para dividir a carga das decisões coloca seu sistema nervoso em um modo de sobrevivência constante. A exaustão que você sente, a irritabilidade e a culpa não são falhas de caráter, são sintomas claros de um Burnout Materno gerado por um sistema que te sobrecarrega e depois te julga. Você cuida de todos, mas é preciso refletir sobre quem está cuidando de você agora.

Não espere chegar ao colapso total para buscar suporte especializado. A terapia é o espaço seguro onde você pode finalmente tirar a armadura e ser acolhida em toda a sua vulnerabilidade. Você não precisa fazer tudo sozinha o tempo todo e merece recuperar sua paz emocional. Minha agenda está aberta para atendimentos on-line; clique no link da bio e vamos conversar sobre como posso te acompanhar nessa jornada.🌷

O peso do julgamento tem lado? 👀Se um pai está no celular enquanto passeia, ele é “sempre disponível”. Se uma mãe faz o ...
02/06/2026

O peso do julgamento tem lado? 👀

Se um pai está no celular enquanto passeia, ele é “sempre disponível”. Se uma mãe faz o mesmo, é “desatenta e distante”.

Se um pai sai para comer fora com os filhos, ele é o “parceiro”. Se a mãe faz isso para otimizar o dia, ela está “sem tempo”.

Essa distorção de olhar nos adoece. Enquanto a carreira em ascensão de um homem é celebrada, a de uma mulher é lida como “ausência materna”. O equilíbrio que é admirado nele, é chamado de “falta de profissionalismo” nela.

Você não precisa carregar o peso de um padrão que não foi você quem criou. 🕊️

Como psicóloga, vejo no consultório o quanto esse julgamento social alimenta o Burnout Materno. A carga mental não vem apenas das tarefas, mas da expectativa irreal de que precisamos ser perfeitas em todas as áreas, o tempo todo.

Liberte-se da necessidade de corresponder a um olhar que nunca estará satisfeito. ✨

Você já sentiu esse peso do julgamento em alguma dessas situações? Vamos conversar nos comentários. 👇

BurnoutMaterno Equidade

02/04/2026

O Joaquim nunca foi ensinado a colocar as peças no lugar.
Eu apenas sempre ofereci o brinquedo e deixei ele brincar do jeito que quisesse.

Até que, um belo dia, ele pegou a bola…
e colocou todas as peças no lugar certo 🧩✨

Isso diz muito sobre o nosso papel como pais.

Maria Montessori dizia que o bebê é um construtor ativo de si mesmo.
Ele não é um recipiente vazio esperando instruções.
Ele já nasce com um impulso interno para aprender.

👐 O papel do adulto não é dirigir a ação,
é preparar o ambiente — e saber esperar.

O Joaquim também:
• engatinhou sozinho
• com 6 meses já se arrastava pela casa
• com 10 meses já andava e chutava a bola

Nada foi ensinado.
Tudo foi vivido, com um ambiente preparado:
poucos brinquedos, simples, sem luzes, sem música, sem excesso.

Quando a gente confia no processo,
o desenvolvimento acontece de dentro pra fora

Usar chupeta aumenta a chance de tabagismo na vida adulta? 🙊Estudos de longo prazo indicam que o uso prolongado de chupe...
02/02/2026

Usar chupeta aumenta a chance de tabagismo na vida adulta? 🙊

Estudos de longo prazo indicam que o uso prolongado de chupeta (mais de 3 anos) está ligado a uma maior prevalência de dependência de nicotina no futuro. Isso acontece porque a sucção constante reforça um circuito de alívio de tensão via oral que a nicotina percorre mais tarde.

Muitas vezes, a chupeta entra no lugar da regulação que deveria vir do adulto. A criança aprende uma lição perigosa: que para aliviar qualquer desconforto, algo precisa entrar na boca. Ao viciar o cérebro nesse “alívio por objeto”, dificultamos que ela desenvolva ferramentas internas de calma.

O caminho não é a proibição cega, mas a consciência: o que o seu bebê realmente precisa quando chora?

Vamos mudar esse padrão e construir uma segurança baseada na conexão real? ✨

Clique no link da bio e vamos conversar sobre como identificar os motivos do choro e acalmar através do vínculo. 🌷

Décadas de estudos na psicologia do desenvolvimento revelam que a educação negligente (indiferente) é a que gera os pior...
01/29/2026

Décadas de estudos na psicologia do desenvolvimento revelam que a educação negligente (indiferente) é a que gera os piores desfechos emocionais ao longo da vida. Quando falta afeto e estrutura, a criança cresce sentindo que o mundo não é seguro e busca “anestésicos” externos como telas ou chupetas para lidar com o vazio emocional.

Muitas vezes, essa indiferença é fruto de uma mãe sobrecarregada e no piloto automático. Mas educar exige presença e a coragem de rever padrões que você não quer mais repetir.

Você não precisa ser perfeita, precisa estar disposta a aprender e crescer junto com seu filho.

Vamos sair da confusão e construir um vínculo de segurança real? ✨

Clique no link da bio e agende sua consulta. 🌷

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93013-93014

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