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No matter where you are from or what you believe, we think you have the right to dream. Have a lovely holiday season!   ...
12/23/2014

No matter where you are from or what you believe, we think you have the right to dream. Have a lovely holiday season!

What's your plan for today?
12/02/2014

What's your plan for today?

"Buy local, think global"    - Elisabete Melo Coutinho, Diretora da Koser InternationalQuando falamos de comércio tradic...
11/28/2014

"Buy local, think global"
- Elisabete Melo Coutinho, Diretora da Koser International

Quando falamos de comércio tradicional, vem ao de cima uma certa perspetiva romântica e oitocentista que nos leva a pensar em pequenas mercearias de centro de cidade ou a simpáticos bazares de aldeia onde todas as necessidades e problemas têm resposta (até os emocionais, pois há sempre de graça uma palavra amiga por perto). Contudo, comprar no comércio tradicional é bem mais do que isso…é um ato de sobrevivência económica, e vejamos porquê:
1. O pequeno comerciante é um cidadão autosuficiente, que gera e desenvolve o seu próprio posto de trabalho, estendendo-se este tipo de empreendorismo familiar a, por norma, mais um ou dois postos de trabalho. Se fizermos contas anualmente a quanto estas pessoas representariam como encargos para o erário público em situação de desemprego, com a consequente diminuição do seu poder de compra e precariedade da economia familiar, são três agregados familiares que não têm de entrar no ciclo dos subsídios de sobrevivência ou reintegração social. Se multiplicarmos isto pelas centenas de milhar de PMEs deste tipo, os números podem surpreender.
2. Estes cidadãos geram riqueza aos países onde se encontram, fomentam a transação de moeda e as taxas de rotatividade de produtos e divisas, e prestam enormes serviços ao turismo. Ao invés de contribuírem para os números do desemprego e para as estatísticas de empobrecimento global, são geradores de riqueza, emprego e fluxos de compra e venda vitais.
3. Ao dispensarem os grandes distribuidores, são autosuficientes nos seus próprios meios de purchasing, entrega e recolha. Ao revenderem produtos locais, encurtam-se as distâncias e a pegada ecológica diminui. O comércio tradicional é, também ele, amigo do ambiente.
4. Fomentam o escoamento da produção nacional e impulsionam o setor primário, dado que são habitualmente revendedores de produtos agrícolas e outros, maioritariamente alimentares, produzidos localmente. Isto torna-se particularmente importante em meios rurais, onde a autosubsistência e a microeconomia têm um peso fundamental. Uma vez mais, o ambiente agradece: os pequenos produtores agrícolas reciclam mais, reaproveitam mais, respeitam mais os ciclos da terra e têm menos necessidades de pesticidas e produtos químicos que estimulem e tratem massivamente as colheitas. A saúde agradece também…
5. O comércio tradicional é a alma de um povo. Mantém vivas as tradições que interessam manter, passa às gerações futuras o testemunho de uma maior proximidade social e de padrões alimentares saudáveis, como a dieta mediterrânica. Estes negócios não deixam morrer o artesanato e os produtos da terra, e fazem-nos percorrer e visitar as ruas mais típicas das cidades. Para se manterem vivas, estas ruas precisam de ser caminhadas, vividas, estimuladas, e não é certamente nos centros comerciais que isso acontece. Manter o comércio tradicional vivo é também combater a desertificação dos centros históricos, com a poupança enorme que isto representa para os fundos de preservação patrimonial.
Não quero com isto dizer que as multinacionais sejam o inimigo. Nada disso: permitem ao comum cidadão aceder às vantagens das compras em grande escala, da economia vertical e geram diariamente milhões de postos de trabalho por todo o mundo. Trouxeram normas importantes de controlo, de higiene e segurança, de concorrência e geram transações de moeda, produtos e serviços importantíssimas.
Contudo, não devemos esquecer que a revitalização económica e a sobrevivência cultural dependem também destes pequenos comerciantes, homens e mulheres de negócios que, muitas vezes com poucos recursos educativos e financeiros, são o vivo exemplo de que a economia de subsistência pode ter alma. Comprar localmente é pensar globalmente, é futurista, pode sair tão vantajoso quanto comprar em grandes supermercados, é mais ecológico e, sem dúvida, mais saudável. É um ato de resistência à massificação cultural e um gesto de ativismo social.
Pensem nisto estas Festas – milhões de famílias por todo o mundo agradecem e os pequenos gestos, nossos e deles, fazem a diferença na vida de todos.

This is an amazing time to negotiate the agreement you have with your bank. Claim lower comissions and special rates, be...
11/06/2014

This is an amazing time to negotiate the agreement you have with your bank. Claim lower comissions and special rates, because, at the end, it's just a business deal you have and that can be easily changed to another company. Bargains are everywere, you just have to ask for them! /
Este é um bom momento para negociar o acordo comercial que tem com o seu banco. Peça comissões mais baixas e taxas de juros revistas, porque, afinal de contas, é uma relação comercial como qualquer outra, que não tem de ser estática, e a concorrência é muita também entre as entidades bancárias. Os bons negócios estão por todo o lado, mas é preciso ir atrás deles.

As marcas devem lembrar-se de que é mais fácil e humano recordar uma experiência (boa ou má) do que memorizar dados. Faz...
10/05/2014

As marcas devem lembrar-se de que é mais fácil e humano recordar uma experiência (boa ou má) do que memorizar dados. Fazer com que o consumidor "viva" o produto ou serviço, e permitir que satisfaça as suas necessidades/vontades (já existentes e despoletadas por essa experiência) pode determinar compras presentes e futuras... A retenção comercial acaba por ser, também ela, um processo emocional de sedução...

09/28/2014

Call-Center / Serviços de Suporte aplicacional de 1ª Linha [Sistemas de Informação] - Porto

Internacionalize-se também! – artigo original de Elisabete Melo Coutinho, Diretora da  Koser International (www.elisabet...
08/22/2014

Internacionalize-se também! – artigo original de Elisabete Melo Coutinho, Diretora da Koser International (www.elisabetecoutinho.com / www.koser.biz) – escrito em conformidade com o AO por requisitos editoriais.

A internacionalização é o caminho mais lógico na era da globalização. Se está a pensar em expandir o seu negócio para o estrangeiro, deve ter em conta alguns aspetos fundamentais, que podem determinar o seu sucesso. Sabemos que a sua visão empresarial é fantástica, que o seu produto/ serviço tem tudo para vencer “lá fora” e que o mundo não tem fronteiras para si. Contudo, a internacionalização é uma experiência grandiosa que lhe poderá trazer lucros, mas também muito trabalho, e deve, por isso, encará-la com entusiasmo. Eis alguns passos que podem ser úteis neste percurso:
1. Interesse-se e conheça, no mínimo, os aspetos básicos da(s) língua(s) e da cultura dos países em que vai trabalhar. Se for um horizonte cultural totalmente novo para si, não hesite em recorrer a ajuda profissional. Inscreva-se em cursos específicos. Aprenda a comunicar, também de forma autodidata. Com apenas uma hora por dia, num mês poderá estar já minimamente preparado/a para enfrentar um novo mercado com alguma confiança. E se precisar de apoio adicional, procure um tradutor/intérprete e/ou um guia certificado, mas JAMAIS assine seja o que for sem ter a total certeza do conteúdo de qualquer documento numa língua que não domina. Elimine o “acho que percebi” do seu vocabulário.
2. É importante conhecer o modus operandi das entidades responsáveis nesse país pela sua área de negócio: conhecer a legislação fiscal, alfandegária e civil, bem como os procedimentos comerciais e empresariais, pode fazer uma diferença enorme no seu investimento em internacionalização. Por precaução, recorra a consultores, assessores legais e especialistas financeiros para que analisem a complexidade do seu projeto, assim como para operações de importação/exportação, proteção de direitos comerciais e intelectuais, financiamentos governamentais e privados, e obrigações fiscais.
3. Encare os investimentos no estrangeiro numa perspectiva de médio/ longo prazo. Comprometer-se a dar o seu melhor e preparar-se para correr riscos é uma atitude mental excelente, mas estude detalhadamente e considere bem todos os riscos e oportunidades que uma decisão destas pode trazer para a sua vida pessoal e profissional.
4. O ideal é mudar-se temporariamente para o país onde vai investir, ou deslocar para o mesmo um representante (não é preciso dizer que deve ser alguém da sua total confiança) ou uma equipa com as qualificações técnicas necessárias. Desta forma, garante a coordenação completa do seu negócio no estrangeiro. Contudo, sabemos que, na maioria das vezes, é necessário escolher um parceiro local – lembre-se, porém, de que o negócio é seu, e não do seu parceiro, e que deve, por isso, dar-lhe toda a atenção necessária.
5. A escolha deste parceiro local deve ser muito cuidadosa. Averigue o posicionamento do mesmo no mercado, visite as instalações e unidades de produção, e não descure as diligências de averiguação legal e financeira antes de colocar o seu bom nome nas mãos de qualquer outra pessoa. Fale com o máximo de potenciais parceiros que conseguir e decida-se por alguém que lhe inspire confiança, que partilhe dos seus valores empresariais e que esteja alinhado consigo para um objetivo comum. Coloque por escrito todas as condições do negócio, de forma clara e objetiva, antes de qualquer ação comum. A realidade é que “o seguro morreu de velho”.
6. Visite regularmente o país para onde se internacionalizou; é importante que o mercado e os seus parceiros locais sintam que há um acompanhamento da sua parte. Também lhe permite verificar, no local, o progresso do seu projeto e, desta forma, ir reformulando ou adaptando o seu plano de ação.
7. Mostre empatia e respeito pelas tradições locais, e seja grato/a: os empresários desse país gostarão de sentir que o investimento estrangeiro representa também uma forma de confiança e apreço pelas oportunidades que estão a proporcionar a nível global.
8. Marque a diferença, inove, participe no progresso social: se está a investir em países onde as condições de vida e a igualdade social estão ainda longe do ideal, tente intervir, de forma positiva, no desenvolvimento local, ajude a construir escolas, envolva-se em ações de beneficência, promova práticas empresariais justas e dignas e, acima de tudo, tenha em mente que todos estamos a lutar por um lugar ao sol neste espaço comum chamado mundo. Faça-se notar pela positiva; aumentará assim a sua rede de networking, perceberá melhor o funcionamento governamental local e sentir-se-á mais integrado/a social e profissionalmente, o que pode facilitar bastante a sua estadia e viagens a esse país.
9. Preste atenção a novas oportunidades de negócio fora da sua zona de conforto. Pode encontrar fontes de rendimento inesperadas e interessantes onde menos espera.
10. Aprecie cada momento. A internacionalização pode ser uma experiência profissional e pessoal fantástica. Viaje, experimente gastronomias diferente, conviva com pessoas com vivências diversas, evolua como ser humano, aprenda novas línguas, dê um passo em frente no seu progresso profissional e, garanto-lhe, esta vai ser uma das experiências mais enriquecedoras da sua vida!

Internationalize yourself!  - Original article by Elisabete Melo Coutinho, Director & Owner -  Koser InternationalWhen y...
08/20/2014

Internationalize yourself! - Original article by Elisabete Melo Coutinho, Director & Owner - Koser International

When you think about expanding your business in foreign countries, you must pay attention to some key aspects which might compromise your success. We both know you have an amazing business concept, a great product or service and that the world can be at your feet soon; internationalization is a huge experience that can bring you profits and lots of work, but you must enjoy the ride. Same basic steps can help you on this:
1. Know the basics of the languages and culture of the country you will be working at. If it’s a brand new cultural world to you, do not hesitate: take professional help. Take classes. Learn the basics. With only one hour per day, in one month you can be easily prepared to face a new market with some confidence. If you need some extra help, search for a certified translator or guide, and don’t sign ANYTHING without being totally sure of the content of any kind of document.
2. You must know the modus operandi of the entities responsible for your business area: how to deal with tax, customs and legal authorities, commercial and trademarks procedures can make all the difference and may affect your investment. Just in case, hire legal, consulting and financial experts that can analyze the complexity of your project. There is nothing wrong about asking for some help in import/export, protection of intellectual property rights, incentives and tax obligations...
3. Assume investments abroad as a project for medium and long term. To commit yourself and be ready to take risks, that’s fine: but study and take in consideration all the risks and opportunities of the business before taking a decision.
4. The ideal situation is that you relocate a representative or your team - with the right profile and the necessary technical skills - to be based abroad and take over the coordination of the business. Do never forget: the business is yours, not your local partner, if you have to choose one.
5. The choice of local partner should be careful. Check the history of the player on the market; visit facilities and / or factories; perform appropriate legal and financial due diligences; speak with potential local business partners as much as you can. Choose someone you trust and set all the conditions wide and clearly before any common action. Toxic people are everywhere!
6. Make regular visits to the foreign country you are now working with; it is important that the market and the partners feel continuous monitoring. It also allows you to verify in situ the progress of the business.
7. Show empathy and respect for local traditions and remember to be thankful: local business people will always be glad to know that foreign investment comes as a sign of trust and appreciation for the local opportunities.
8. Be bold, be innovative, participate in social improvements: if you are investing in countries were social development is still far from ideal, try to be a part of local progress, help to build schools, donate for charity, promote fair trade practices and remember that, above all, we are all humans trying to make a living in a global community called world.
9. Open your eyes for new business opportunities outside your comfort zone. Once you are there, you might find some unexpected profits.
10. Enjoy it. It can be an amazing experience. Travel, eat new food, talk to people with a totally different background, progress as a human being, learn new languages, take a step abroad in your professional path and you’ll have some good stories to tell your grandchildren.

A   estará representada no painel de oradores da 1ª   de   do Distrito de  . No dia 20 de Setembro, às 11h, com a temáti...
08/13/2014

A estará representada no painel de oradores da 1ª de do Distrito de . No dia 20 de Setembro, às 11h, com a temática "Estratégias de Internacional para uma de sucesso", contamos convosco!

A   em destaque na rede de    , com um artigo de Elisabete Melo Coutinho sobre como criar um   de   eficaz. http://www.m...
07/20/2014

A em destaque na rede de , com um artigo de Elisabete Melo Coutinho sobre como criar um de eficaz. http://www.maquijig.com/manual-estrategias-para-criar-um-comunicado-de-imprensa-eficaz-by-koser/

Os comunicados de imprensa, especialmente no formato online, são, cada vez mais, uma ferramenta essencial de comunicação com os mídia e com o público em geral. Permitem, de forma sintetizada e organizada, promover um evento, um novo serviço ou até um relançamento de uma empresa de uma forma simples,…

Paraguai, destino de internacionalização a ter em conta - O Paraguai tem uma posição geopolítica privilegiada no centro ...
07/08/2014

Paraguai, destino de internacionalização a ter em conta - O Paraguai tem uma posição geopolítica privilegiada no centro da América do Sul, ao lado do irmão Brasil; é membro fundador do MERCOSUR e observador da Aliança do Pacífico. Tem como mais-valia o facto de ser o maior produtor mundial de energias limpas e renováveis.

Paraguai, destino de internacionalização a ter em conta22/06/2014O Paraguai tem uma posição geopolítica privilegiada no centro da América do Sul, ao lado do irmão Brasil; é membro fundador do MERCOSUR e observador da Aliança do Pacífico. Tem como mais-valia o facto de ser o maior produtor mundial...

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