CREOHR Organization of Human Development in the Workplace

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CREOHR   Organization of Human Development in the Workplace CREOHR is an organization of human development in the workplace that creates human resource technology through intensive research.

15/10/2026

O QUE ACONTECE NOS PRIMEIROS 90 DIAS DEFINE COMO SUA EQUIPE VAI TE VER PELOS PRÓXIMOS ANOS.
Não é exagero. É o que as pesquisas sobre liderança mostram de forma consistente.
A equipe forma a percepção sobre o estilo e a competência da nova líder nas primeiras semanas. Essa percepção é difícil de mudar depois.
Líderes que chegam preparadas estabelecem padrões de gestão certos desde o começo. Líderes que improvisam passam meses corrigindo as primeiras impressões.
Os primeiros 90 dias não são um período de adaptação. São o período mais estratégico da sua carreira como gestora. https://pt.creohr.com/event-details/primeira-lideranca-feminina-mentoria-individual

01/10/2026

PARAR DE TRAVAR COMEÇA POR AQUI.
Toda vez que uma decisão difícil aparece, a mesma cena se repete: você analisa, reconsidera, consulta mais de uma pessoa, pede mais de um dado, e a situação não se resolve.
Não é falta de informação. É um padrão. E padrões têm mecanismo, e mecanismos se quebram com intervenção certa.
A diferença entre a líder que decide e a que adia não está no cargo nem no tempo de experiência. Está em quem aprendeu a reconhecer o próprio padrão e agir antes que ele tome a decisão por ela.
Se você se viu dentro da ampulheta, o próximo passo está no link. https://pt.creohr.com/event-details/mulheres-lideres-que-decidem-mentoria-individual-2

17/09/2026

"MINHA EMPRESA DÁ TREINAMENTO."
TREINAMENTO CORPORATIVO ENSINA O QUE A EMPRESA QUER. NÃO O QUE VOCÊ PRECISA.
Treinamento corporativo existe. É útil. E resolve parte do problema.
A parte que ele não resolve é a mais difícil: o que fazer na sua situação específica, com a sua equipe, com o seu estilo, nas primeiras semanas do seu cargo.
Treinamento coletivo ensina o que a organização precisa que todos os líderes saibam. Mentoria individual trabalha o que você especificamente precisa para conduzir bem o cargo que acabou de assumir.
Os dois não se excluem. Mas só um deles chega na situação real.
Dez sessões para entrar na liderança com método. https://pt.creohr.com/event-details/mulheres-lideres-que-decidem-mentoria-individual-2

15/09/2026

“Medir comportamento é besteira.”
“É frescura.”
“Não precisa de número. É só conversar com as pessoas.”

Eu ouço isso com frequência, principalmente de profissionais que ainda não trabalharam de perto com diagnóstico de fatores psicossociais.
E eu entendo de onde vem essa desconfiança.
Já vi pesquisa com análise de dados comportamentais que viraram um relatório bonito que ninguém lê. Já vi ferramenta de avaliação servir apenas para gerar gráficos para uma apresentação à diretoria.
Quando medir vira um ritual burocrático, sem consequência nenhuma na gestão real, a crítica faz sentido.
Mas o problema nunca foi medir.
O problema é medir errado ou medir sem intenção de agir.
Eu trabalho com medição de fatores psicossociais e posso dizer com segurança: o que não é medido, dificilmente é gerenciado de forma consistente.
Não porque o número seja mais importante do que a conversa.
Mas porque o dado ajuda a responder perguntas que a conversa, sozinha, nem sempre consegue responder:
Quais fatores estão afetando mais pessoas?
Onde a organização precisa intervir primeiro?
A situação melhorou depois da intervenção?
Sem medição, existe o risco de a organização tomar decisões com base em quem fala mais alto e não necessariamente em quem está mais exposto ao problema.
Quando você mede comportamento, você não está reduzindo pessoas a uma planilha.
Você está criando evidências para orientar decisões.
A conversa continua sendo essencial.
A escuta continua sendo essencial.
A experiência das pessoas continua sendo essencial.
Mas dados ajudam a transformar percepção em padrão, padrão em prioridade e prioridade em ação.
E é aí que, para mim, está a diferença:
Medir é o começo da gestão.
Mas ação sem diagnóstico também pode ser apenas tentativa.
Gestão de verdade precisa dos dois: escuta e evidência.
Trata-se de conversar melhor porque você mediu e medir novamente para saber se aquilo que você fez realmente funcionou.

Marcela Peterson - Mestre em análise de dados comportamentais.

10/09/2026

MUITAS DEMANDAS. UMA DECISÃO.
Seis frentes abertas ao mesmo tempo não é exagero. É segunda-feira de qualquer semana em cargo de gestão de uma líder.
O problema não é o volume. É quando todas as demandas parecem urgentes e a decisão de por onde começar trava antes de sair.
Líderes que decidem bem sob pressão não têm menos demanda. Têm um critério claro de onde colocar o peso. Esse critério se constrói, não aparece sozinho com o tempo de cargo.
A mentoria individual Mulheres Líderes foi criada exatamente para isso: uma líder, uma competência real.
Se você reconhece essa segunda-feira, vale a pena aprender como controlar esta situação. https://pt.creohr.com/event-details/mulheres-lideres-que-decidem-mentoria-individual-2

Uma vez me perguntaram:“Marcela, você não acha que gasta tempo demais preocupada em validar seus instrumentos antes de c...
08/09/2026

Uma vez me perguntaram:

“Marcela, você não acha que gasta tempo demais preocupada em validar seus instrumentos antes de colocá-los no mercado? Você perde muito tempo fazendo isso. Lance e depois veja o que acontece.”

Essa pergunta ficou na minha cabeça.

E eu penso: já imaginou se as vacinas contra a COVID-19 tivessem sido colocadas no mercado sem antes serem testadas, avaliadas e verificadas quanto à sua segurança e eficácia?

Quando alguém me diz isso, percebo que talvez ainda não tenha compreendido o verdadeiro valor de uma medição comportamental.

Quando um trabalhador responde, em um instrumento de autorrelato, que vivencia assédio, sobrecarga de trabalho, pressão, medo ou condições desfavoráveis, não estamos simplesmente diante de um número em uma planilha.

Estamos tentando medir uma realidade organizacional.

E, para isso, o instrumento precisa fazer aquilo que se propõe a fazer: medir de forma válida e confiável aquilo que realmente está acontecendo.

Não podemos aceitar que uma organização se preocupe mais em medir aquilo que gostaria que fosse verdade do que em descobrir aquilo que de fato é verdade.

Porque uma medição mal construída pode produzir um resultado bonito, um relatório sofisticado e, ainda assim, contar uma história que não corresponde à realidade dos trabalhadores.

Isso me entristece.

E é justamente por isso que continuo investindo tempo em pesquisa, validação e desenvolvimento científico.

Não tenho pressa para colocar um instrumento no mercado. Tenho compromisso com o que ele vai dizer quando chegar lá.

Pode levar mais tempo. Pode dar mais trabalho. Pode exigir mais estudos, mais análises e mais questionamentos.

Mas, quando meu cliente receber um relatório, quero que ele tenha a segurança de saber que aquele resultado não é aquilo que queríamos encontrar.

É aquilo que os dados, com rigor científico, nos permitem afirmar sobre a realidade da organização.

Porque, quando falamos de pessoas, trabalho e comportamento, medir não é simplesmente aplicar um questionário.

Medir é assumir a responsabilidade pela realidade que estamos revelando.

03/09/2026

Toda decisão sua chega em alguém. A pergunta é: qual impacto ela deixa?

Gestores tomam decisões todos os dias. Mas líderes estratégicos compreendem que cada escolha influencia pessoas, fortalece ou enfraquece culturas e direciona resultados.

A transição de gestor para líder estratégico exige mais do que conhecimento técnico. Exige consciência sobre comportamento humano, capacidade de influenciar equipes, comunicação estratégica, gestão de conflitos, tomada de decisão e construção de ambientes onde as pessoas possam alcançar melhores resultados.

A Mentoria Estratégica em Liderança CREOHR foi desenvolvida para líderes que desejam ampliar sua capacidade de influência e transformar desafios organizacionais em oportunidades de desenvolvimento.

Uma jornada personalizada para desenvolver líderes capazes de:

✓ Conectar estratégia, pessoas e resultados
✓ Tomar decisões com maior consciência do impacto humano
✓ Fortalecer uma cultura de confiança e responsabilidade
✓ Desenvolver equipes mais engajadas e preparadas
✓ Liderar mudanças com visão estratégica

Porque liderança não é apenas ocupar uma posição.

É compreender a rede de pessoas que você influencia e conduzi-la com propósito, estratégia e responsabilidade.

CREOHR — Desenvolvimento Humano que transforma organizações. Entre em contato: https://pt.creohr.com/event-details/lideranca-estrategica

Redescobrindo a Força da Autoconfiança: Muito Além do OtimismoMarcela PetersonFrequentemente, tratamos a confiança pesso...
02/09/2026

Redescobrindo a Força da Autoconfiança: Muito Além do Otimismo
Marcela Peterson

Frequentemente, tratamos a confiança pessoal como um traço de personalidade ou, no máximo, como otimismo diante dos desafios. Mas, décadas de pesquisas mostram que a forma como uma pessoa acredita na sua própria capacidade de agir e alcançar resultados — aquilo que Albert Bandura chamou de autoeficácia — é um dos fatores mais poderosos para transformar desempenho, bem-estar e persistência.

A autoconfiança não é apenas um sentimento agradável. Ela molda o modo como pensamos, nos sentimos, decidimos e persistimos. Pessoas com alta autoeficácia se sentem capazes de enfrentar dificuldades, permanecem engajadas mesmo após falhas e tendem a ver obstáculos como desafios superáveis. Ao contrário, quem acredita que “não consegue” muitas vezes desiste antes mesmo de tentar — ou evita situações desafiadoras, limitando seu próprio potencial.

O mais impressionante é que essa crença não nasce com a pessoa, nem é algo imutável. Ela pode ser desenvolvida e fortalecida por meio de experiências bem-sucedidas, observação de modelos positivos, incentivo social e até mesmo pela forma como interpretamos nossas emoções. Estudos com crianças, atletas, pacientes, estudantes e profissionais mostram que quando a percepção de eficácia é alterada (mesmo sem mudanças reais de habilidade), os comportamentos e os resultados mudam significativamente.

Ambientes que reforçam o senso de eficácia pessoal — com feedbacks construtivos, metas claras e alcançáveis, apoio emocional e oportunidades reais de sucesso — tendem a gerar maior persistência, criatividade e saúde emocional. Já contextos que minam essa crença (como críticas constantes, metas inalcançáveis, ausência de feedback ou valorização exclusiva do desempenho passado) favorecem estresse, desistência e até sintomas depressivos.

A autoconfiança, segundo Bandura, não é apenas acreditar que “vai dar certo” — mas sim acreditar que você pode fazer dar certo, mesmo que haja esforço, risco ou incerteza no caminho. Essa crença impulsiona escolhas mais ousadas, maior investimento pessoal e uma resiliência fundamental para atravessar períodos difíceis. E, em um mundo em constante mudança, isso faz toda a diferença.

Mais do que nos proteger de falhas, a autoeficácia nos prepara para crescer a partir delas. Não se trata de ilusão ou arrogância, mas de ter um ponto de partida interno que diz: “eu tenho condições de tentar — e de aprender, mesmo que não acerte de primeira”. Cultivar esse tipo de confiança, tanto em si quanto nos outros, é talvez uma das tarefas mais importantes da liderança, da educação e da vida em sociedade.
Leia mais artigos como estes em: https://pt.creohr.com/blog

27/08/2026

Do gestor ao líder estratégico: quando resultado e equilíbrio caminham juntos

A liderança de alta performance não está apenas em entregar metas, resolver problemas ou tomar decisões rápidas. Ela está na capacidade de equilibrar resultados, pessoas e propósito.

Muitos gestores passam anos sendo reconhecidos pela capacidade de “apagar incêndios”. Porém, o próximo nível da liderança exige uma mudança de perspectiva: sair da atuação puramente operacional e desenvolver uma visão mais estratégica, humana e sustentável.

Na Mentoria Do Gestor ao Líder Estratégico, trabalhamos o desenvolvimento de competências essenciais para líderes que desejam:

• ampliar sua visão estratégica;
• fortalecer a tomada de decisão;
• desenvolver inteligência emocional;
• construir equipes mais engajadas;
• transformar desafios diários em oportunidades de crescimento.

Porque liderar não é escolher entre resultados ou pessoas.

A verdadeira liderança está em encontrar o equilíbrio — e isso pode ser desenvolvido.

Resultado e equilíbrio na mesma mão. Isso se treina. Saiba mais:https://pt.creohr.com/event-details/lideranca-estrategica

O contexto também molda o impacto do OCB: entre a dedicação invisível e a performance valorizadaMarcela PetersonNos deba...
26/08/2026

O contexto também molda o impacto do OCB: entre a dedicação invisível e a performance valorizada
Marcela Peterson

Nos debates sobre avaliação de desempenho, um ponto sutil e frequentemente negligenciado ganha cada vez mais relevância: o esforço não é percebido de forma absoluta, mas sempre mediado pelo contexto. A dedicação ao trabalho, a ajuda aos colegas, o comprometimento com as metas — tudo isso pode ter significados distintos dependendo de quem observa e do ambiente em que ocorre. Os comportamentos de cidadania organizacional (OCB), especialmente aqueles ligados à dedicação ao trabalho e à facilitação interpessoal, impactam as avaliações de desempenho dos gestores. Sua conclusão foi clara: sim, impactam, mas não de maneira uniforme. A dedicação mostrou-se um diferencial real quando avaliada por supervisores, enquanto a facilitação interpessoal se destacou especialmente aos olhos dos colegas de trabalho. Ou seja, o valor do comportamento depende de quem observa.
Esse achado ressoa com experiências cotidianas em empresas. Em equipes onde a colaboração é regra, a dedicação de um indivíduo pode passar despercebida. Mas em ambientes mais frios, onde o engajamento é raro, qualquer gesto de apoio ou esforço extra ganha contornos de excelência. Mais intrigante ainda é a sobreposição entre OCB e desempenho técnico-administrativo. Em alguns casos, comportamentos como seguir regras, trabalhar duro e mostrar iniciativa, que seriam marcadores clássicos de OCB, se confundem com aquilo que é considerado parte do “trabalho técnico” de um gestor. Isso levanta uma pergunta provocadora: estamos reconhecendo o esforço real ou apenas aquilo que conseguimos separar claramente como “extra”?
Quando o OCB deixa de ser percebido como algo além do esperado, há um risco de invisibilidade organizacional. Um gestor altamente dedicado, por exemplo, pode ser avaliado da mesma forma que outro com menor empenho, simplesmente porque está inserido em uma equipe onde a dedicação é a norma. Quando a liderança é incluída como uma dimensão na avaliação, o impacto da dedicação tende a diminuir. Ser um exemplo parece “vir no pacote” da liderança e com isso, perde-se a oportunidade de reconhecer o mérito individual desse comportamento.
Se queremos avaliações mais justas, precisamos considerar não só o comportamento em si, mas também o ambiente, a cultura da equipe e a perspectiva do avaliador. O mesmo gesto pode ter pesos diferentes dependendo dessas variáveis.
O esforço individual, por mais genuíno que seja, pode desaparecer sob o peso das expectativas do grupo e da lente de quem avalia. Se quisermos reter talentos e fomentar culturas saudáveis, precisamos ajustar nosso olhar. O OCB não pode ser um dado naturalizado. Ele precisa ser reconhecido, inclusive quando todos parecem estar fazendo o mesmo.
Lei mais artigos como este em: https://pt.creohr.com/blog

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